Noticias & Dicas: Aedes aegypti

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Seguem as últimas notícias relacionadas com saneamento, surtos de DengueZika VírusFebre Chikungnya, H1N1, e com o mosquito Aedes aegypti.

 

Quarta, 30 de Março de 2016

Drone monitora focos do Aedes aegypti em Volta Redonda, RJ

Ele sobrevoa bairros em busca de possíveis criadouros do mosquito.
Equipamento capta imagens a até 2 km de distância.

fonte: g1.globo.com

Caixas d'água, piscinas sem manutenção e terrenos baldios estão na mira da prefeitura de Volta Redonda, que ganhou o reforço de um drone no combate ao Aedes aegypti. O equipamento está sendo utilizado para procurar possíveis criadouros do mosquito que transmite a dengue, a chikungunya e o vírus da zika. A cada dia, bairros diferentes são sobrevoados em busca de situações de risco.

"Vai nos permitir ter uma amplitude muito maior do nosso raio de cobertura, facilidade do acesso, a rapidez na resposta, aos locais que possivelmente possam servir como foco. A partir da identificação dos locais de risco, a gente vai estar notificando esse proprietário para que ele tome as medidas cabíveis para eliminação dos possíveis criadouros", explicou a coordenadora de Vigilância Ambiental, Janaína Soledad.

O equipamento capta imagens a até 2 km de distância e medidas são tomadas a partir do material coletado. "Após o drone detectar o problema, nós viemos até o local e constatamos que realmente havia duas caixas d'água abertas. Os proprietários já estavam tomando a iniciativa de sanar o problema, mas é necessário que essa providência seja tomada de imediato", explicou a supervisora de combate à dengue, Marida de Fátima Arantes da Silva.

Desde o início do ano, em Volta Redonda, foram 99 casos confirmados de dengue, com uma morte, a primeira do Estado do Rio este Ano. Além disso, houve 21 notificações de zika.

 

Não espere a fiscalização chegar, se você tem piscinas desativadas, caixas ou tanques com água parada chame a PH Serviços SP para fazer o esgotamento dessa água da sua residência ou empresa. Serviços com rapidez, limpeza e preço justo.

 

Segunda, 15 de Fevereiro de 2016

Aedes aegypti já se tornou mosquito doméstico, alerta epidemiologista

fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Há cerca de 50 anos, o Aedes aegypti iniciava um processo de transição de mosquito selvagem para urbano. Originário do Egito, o mosquito se dispersou pelo mundo a partir da África: primeiro para as Américas e, em seguida, para a Ásia.

As teorias mais aceitas indicam que o Aedes tenha se disseminado para o continente americano por meio de embarcações que aportaram no Brasil para o tráfico de negros escravizados. Registros apontam a presença do vetor em Curitiba, no final do século 19, e em Niterói (RJ), no início do século 20.

Ao chegar às cidades, o Aedes passou a ser o responsável por surtos de febre amarela e dengue. A partir de meados dos anos 1990, com a classificação da dengue como doença endêmica, passou a estar em evidência todos os anos, principalmente no verão, época mais favorável à reprodução do mosquito.

A infecção se dá pela fêmea, que suga sangue para produzir ovos. Uma vez infectado, o mosquito transmite o vírus por meio de novas picadas. Atualmente, o inseto transmite, pelo mesmo processo, febre chikungunya e zika.

Em entrevista à Agência Brasil, o epidemiologista e secretário-geral da Sociedade Brasileira de Dengue e Arbovirose, Luciano Pamplona, disse que o Aedes aegypti já pode ser considerado um mosquito doméstico. “Ele é praticamente um bichinho de estimação”, disse Pamplona, que também é professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Dados do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), do Ministério da Saúde, apontam que, no Nordeste, o principal tipo de criadouro do mosquito são tonéis e caixas d’água. Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, o depósito domiciliar, categoria em que se enquadram vasos de plantas e garrafas, predomina como criadouro do vetor. No Norte e no Sul, a maior parte dos criadouros do mosquito está no lixo.

Confira abaixo a entrevista com o especialista:

Agência Brasil: O Aedes aegypti se adaptou ao longo dos anos?
Luciano Pamplona: Com certeza. Registros de 40 ou 50 anos atrás indicam que, naquela época, ele estava se tornando um mosquito urbano. Essa transição aconteceu de forma bastante acelerada. Hoje, ele é um mosquito doméstico, totalmente adaptado aos nossos hábitos domiciliares. A principal prova disso é o mapa com os principais criadouros do país. Em torno de 80% a 90% dos focos do vetor estão dentro das casas das pessoas.

Agência Brasil: O Aedes já se reproduz em água suja e não mais apenas em água limpa?
Pamplona: O que é água limpa pra você? Para o mosquito, é apenas uma água que não tem matéria orgânica em decomposição e que não está turva. Isso basta. Em uma fossa, por exemplo, quando o sedimento desce, a água se torna limpa para ele. Por isso, a definição de água limpa para o mosquito é muito relativa. E mais: se não houver um recipiente com água limpa, ele procura a menos limpa, até chegar ao esgoto. Tudo pode se transformar em foco.

Agência Brasil: Qual o ambiente considerado ideal pelo Aedes para se reproduzir?
Pamplona: Muita gente acha que a fêmea do mosquito coloca o ovo na água, mas, na verdade, ela coloca na parede dos depósitos. Ela precisa que o recipiente tenha paredes. Por isso, não pode colocar ovos em rios, por exemplo. O fato de a água estar parada ou não influencia pouco. Mas a fêmea tem sim preferência por água parada, locais mais escuros, paredes porosas que fixem melhor os ovos e pouco movimento. São esses os depósitos predominantes para o mosquito.

Agência Brasil: É verdade que o Aedes já consegue chegar a alturas mais elevadas?
Pamplona: Quem mora em apartamento chega em casa de que forma? Pelo elevador. E o mosquito faz isso da mesma maneira que nós. Na prática, o fato de não voar grandes altitudes não impossibilita que ele chegue até locais mais altos. Como nós, ele também sobe de elevador, anda de carro, viaja de avião. O mosquito se locomove utilizando os mesmos mecanismos que a gente. Onde a gente vai, ele vai atrás.

Agência Brasil: O Aedes é capaz de espalhar o vírus Zika de forma mais rápida que a já conhecida dengue?
Pamplona: Vivemos um momento de muita especulação. Sabe-se pouca coisa sobre o Zika. É uma doença que de pouquíssima gravidade e que, em 80% dos casos, não causa nenhum sintoma. As três pessoas que morreram por Zika podem ter fatores associados e que provavelmente contribuíram para o óbito. No caso da dengue, temos mais de 800 pessoas morrendo por ano no Brasil. O fato é que ainda temos muito mais perguntas que respostas. Creio que vamos demorar um bom tempo estudando o vírus Zika.

>> Leia mais matérias da Agência Brasil sobre o tema

 

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Domingo, 07 de Fevereiro de 2016

Araçatuba registra maior índice de infestação por Aedes aegypti

Índice do Liraa em Araçatuba fechou em 11%, diz Secretaria de Saúde.
Organização Mundial de Saúde preconiza que índice seja de apenas 1%.

fonte: g1.globo.com

O Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (Liraa) feito em Araçatuba (SP) apontou o maior índice de larvas do mosquito já registrado na cidade. O resultado foi de 11%, o que equivale a 11 vezes mais do que o aceitável pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Isso porque a OMS preconiza que a cada 450 imóveis vistoriados, apenas 1% tenha larvas. Em 2015, quase 1,7 mil pessoas ficaram doentes na cidade e ninguém morreu. Neste ano, já foram registrados 29 casos de dengue.

A pesquisa foi feita em mais de 5,2 mil imóveis em toda a cidade. Durante o levantamento, foram encontrados quase 600 recipientes com larvas do Aedes aegypi. A maioria das casas tinha mais de um criadouro do mosquito. Todo o material recolhido foi analisado no laboratório do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Araçatuba.

O controlador de vetor Mauro Luís Araújo diz que 90% das larvas encontradas eram do Aedes. "Foram 653 amostras analisadas e em 90% delas foram positivas para o Aedes aegypti. Isso significa que a cada 100 casas,11 tinham focos do mosquito."

A situação preocupa porque o resultado é maior do que o do mesmo período no ano passado, quando a cidade vivia uma epidemia de dengue. Na época, o índice foi de 8%.

A coordenadora do CCZ, Edna Vargas, diz que a cidade pode viver uma epidemia. "De acordo com a OMS é considerado risco acima de 1%, só que Araçatuba tem de estar em alerta, porque este índice representa que, se continuarmos tendo o nível de infestação do Aedes aegypti, o nível de proliferação do mosquito será alto e pode haver uma epidemia da doença."

A empresária Juliana Aparecida Nanias, está preocupada com a quantidade de larvas encontradas. "Fico com medo do meu bebê ter esta doença, que é horrível. Só quem pega sabe como é ruim."

Para evitar uma nova epidemia, a prefeitura começou a fazer arrastões pela cidade. Os bairros que já tiveram casos de dengue também estão sendo nebulizados, mas para vencer essa batalha, todo mundo tem de colaborar. Além dos multirões e das nebulizações, existe uma multa para quem tem focos do mosquito da dengue dentro de casa. O valor é de R$ 600 e pode dobrar caso a equipe encontre larvas no local de novo.

Edna ressalta que todos devem colaborar. "Moradores, órgãos públicos, se todos nós tivermos o cuidado para eliminar os recipientes com água, a gente consegue conter uma infestação e, consequentemente, uma epidemia."

 

Vamos ajudar a diminuir o índice de infestação, cada um fazendo a sua parte. Verifique se a calha da sua residência está empoçando água. Para esgotar água parada, executar desentupimentos, limpezas e higienização da sua rede de esgotos ou fossa entre em contato com a PH Serviços SP, tem que os menores preços de São Paulo

 

Sábado, 06 de Fevereiro de 2016

São Paulo terá reforço nas ações de combate ao Aedes aegypti no carnaval

fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

A prefeitura de São Paulo mapeou 80 lugares próximos de aglomeração de foliões para intensificar as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti no carnaval. Esses pontos estratégicos integram 3,2 mil terrenos públicos ou privados onde pode haver acúmulo de água e que são monitoradas pelas equipes de saúde do governo municipal desde outubro do ano passado. Nesses locais estão sendo aplicados larvicidas por nebulização, cuja ação dura cerca de 60 dias e impede o nascimento do mosquito.

Em visita a um desses terrenos hoje (5), na Vila Matilde, zona leste, o prefeito Fernando Haddad destacou que é papel do Poder Público vistoriar e impedir proliferação dos mosquitos nessas áreas, mas que o esforço deve ser comunitário. “Áreas públicas são de responsabilidade da prefeitura e estão sendo monitorados, mas 80% dos focos estão dentro das residências”, disse.

A prefeitura divulgou nesta sexta-feira um novo balanço epidemiológico que aponta que, de 3 a 20 de janeiro, foram notificados 4.065 casos de dengue na cidade, dos quais 1.062 foram descartados. No mesmo período do ano passado, foram 1.346 notificações e 376 casos confirmados. Também transmitido pelo Aedes aegypti, a capital registrou dois casos autóctones (contraídos no território do município) da febre chikungunya e dez importados.

Na cidade de São Paulo, não há registro de infecção por vírus Zika de casos autóctones. Sete crianças nasceram desde janeiro de 2015 com microcefalia que pode ter relação com o vírus. As mães tem histórico de passagem por regiões com casos suspeitos de Zika, em especial no Nordeste. Segundo a prefeitura,  as crianças estão sendo monitoradas, e os casos, investigados.

Mobilização

O governo paulista vai distribuir 500 mil panfletos sobre o Aedes aegypti em rodovias e blocos durante o carnaval. Durante o feriado, a divulgação será feita nos pedágios paulistas, nas principais rodovias, como Castello Branco, Imigrantes, Anhanguera e Anchieta.

Na segunda-feira (1º), entrou em funcionamento um site onde a população pode denunciar focos de criadouros do mosquito. Um mapa interativo permite que a população indique os pontos onde há evidências da presença do mosquito. As denúncias serão direcionadas aos gestores das 645 cidades paulistas.

Os dados sobre as notificações de dengue, chikungunya e Zika foram solicitação à Secretaria de Saúde, mas não foram informados até a publicação da reportagem.

 

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Sexta, 05 de Fevereiro de 2016

1,5 mil militares atuam na ‘guerra’ contra o Aedes aegypti no Maranhão

Alcântara, Imperatriz e São Luís serão cidades visitadas pelos militares.
Material impresso com orientações será distribuído à população.

fonte: g1.globo.com

O trabalho de combate ao mosquito Aedes aegypti – transmissor da dengue, febre chikungunya e do zika vírus – no Maranhão terá a partir do próximo dia 13 de fevereiro o reforço de 1,5 mil militares da Marinha do Brasil, Exército Brasileiro e Comando da Aeronáutica. Alcântara, Imperatriz e São Luís serão as cidades onde os militares irão às ruas distribuir material impresso com orientações sobre como manter residências e logradouros públicos livres do mosquito.

O Ministério da Defesa espera visitar três milhões de residências em 356 municípios na segunda etapa da ação que ocorre simultaneamente em todo o país. As cidades escolhidas são consideradas endêmicas pelo Ministério da Saúde.

A campanha terá ainda duas etapas: entre os dias 15 e 18 de fevereiro, 50 mil militares, com a coordenação do Ministério da Saúde, farão visitas em residências acompanhados por agentes de saúde inspecionar possíveis focos de proliferação do Aedes aegypti. A última etapa da campanha prevê a participação de visitas a escolas de todo o país.

 

A calha da sua residência pode ser um criadouro do mosquito Aedes aegypti. Folhas e sujeiras podem estar entupindo sua calha e empoçando água. Faça a sua parte, lute contra a Dengue e o Zika. Chame a desentupidora PH Serviços SP para serviços de higienização da sua calha. Convença seus vizinhos a fazerem o mesmo.

 

Quinta, 04 de Fevereiro de 2016

Mosquito transgênico que promete acabar com o Aedes aegypti divide opiniões

Geneticamente modificado, inseto tem larvas que não sobrevivem na natureza

fonte: zh.clicrbs.com.br

Um mosquito geneticamente modificado, chamado de "Aedes aegypti do Bem", promete acabar com a infestação do transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus. Criado por uma empresa inglesa, o inseto transgênico está em ação no interior de São Paulo e é alvo de uma série de críticas.

A versão boazinha do Aedes foi criada em 2002, no Reino Unido, pela empresa Oxitec, que também atua no controle de pragas agrícolas. A ideia dos pesquisadores foi criar um mosquito cujas novas gerações estão condenadas à morte, com objetivo de reduzir a população de Aedes aegypti (veja o infográfico abaixo).

Leia mais:
Dilma pede ajuda da população no combate ao Aedes aegypti
Mark Zuckerberg divulga campanha contra zika
Anvisa registra teste que detecta zika, chikungunya e dengue

Testado em três bairros de dois municípios da Bahia entre 2011 e 2013, que somam cerca de 5 mil habitantes, o mosquito transgênico teria reduzido em mais de 90% a população do aegypti nas áreas. Um ano depois, em maio de 2014, o inseto obteve a autorização para comercialização da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), mas ainda aguarda um aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A autorização foi criticada pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), que emitiu uma nota questionando a rapidez no processo, que teria levado em conta dados insuficientes.
 
Em abril do ano passado, a prefeitura de Piracicaba, cidade do interior de São Paulo com pouco mais de 360 mil habitantes, foi a primeira a utilizar o mosquito "em fase de operacionalização". O motivo foi o alto índice de dengue no município: 934 casos entre julho de 2014 e junho de 2015.

— O trabalho tradicional, de visita domiciliar, não estava dando o retorno que a gente esperava. Então, fizemos um projeto-piloto com o mosquito transgênico em um bairro de pequeno porte, com cerca de 5 mil habitantes — afirma Sebastião Amaral Campos, coordenador do Plano Municipal de Combate à Dengue.

Sem autorização da Anvisa, o mosquito motivou o Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Comdema) de Piracicaba a convocar uma audiência pública para debater o tema e acionar o Ministério Público, que firmou um Termo de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a prefeitura. O acordo garante que as estratégias tradicionais de combate à dengue não sejam abandonadas.

— No bairro onde soltamos os mosquitos, o Aedes diminuiu 82%. E apenas um morador foi diagnosticado com dengue. Antes, eram 130 — informa Sebastião.

O resultado motivou a prefeitura a ampliar a área com os insetos transgênicos em junho. O plano é usá-los na região central da cidade, onde moram 60 mil pessoas. Para isso, a Oxitec — que já possui uma fábrica com capacidade para produção de 2 milhões de mosquitos por semana em Campinas — instalará uma unidade em Piracicaba. A nova instalação poderá produzir até 60 milhões de insetos por semana.

O valor dos mosquitos não é fixo, conforme a Oxitec, pois depende de diversos fatores, entre eles a logística. Em Piracicaba, a empresa decidiu "compartilhar custos", e o primeiro projeto demandou R$ 150 mil dos cofres municipais. O valor da nova parceria, para a região central, ainda está em negociação.

 

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Domingo, 24 de Janeiro de 2016

Meta de ir a todas as casas contra o Aedes é adiada

fonte: noticiasuol.com.br

Diante da constatação de que não conseguiria cumprir a meta de visitar todas as casas brasileiras até o fim de janeiro, em busca de criadouros do mosquito Aedes aegypti, o governo decidiu adiar o prazo.

Agentes de saúde e militares das Forças Armadas terão até o fim de fevereiro para cumprir o compromisso, assumido no fim do ano passado e considerado crucial para tentar evitar que o País enfrente no verão uma tríplice epidemia de dengue, chikungunya e zika.

As ações também tentam conter o avanço da microcefalia, uma má-formação congênita que em 90% dos casos provoca deficiência mental. A doença, que até meados do ano passado era considerada rara, aumentou de forma expressiva, sobretudo nos Estados do Nordeste.

Uma das hipóteses dos pesquisadores e do próprio Ministério da Saúde é de que o aumento é causado pela infecção do zika da mãe para o bebê, ainda no período de gestação.

O anúncio da prorrogação ocorreu um dia depois de uma reunião de emergência, convocada pela presidente Dilma Rousseff para discutir as ações de combate ao vetor.

Descontente com o trabalho, ela cobrou da equipe reforço nas atividades.

"Não foi uma reunião de emergência, muito menos de bronca", desconversou o secretário executivo substituto do Ministério da Saúde, Neilton Oliveira. "Mas de acompanhamento", completou. Ainda assim, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, iniciou ontem, no município do Crato, no Ceará, uma caravana de mobilização que deverá se estender pelo Nordeste.

Balanço inicial

De 1.º de janeiro até ontem, equipes conseguiram fazer 7,4 milhões de visitas no País para a eliminação de criadouros - o equivalente a 15,2% da marca que havia sido fixada pelo governo.

O atraso é atribuído às dificuldades de se implementar nos Estados salas para controle das ações. Mesmo em ritmo lento, a realidade encontrada pelas equipes é bastante preocupante.

Os índices de infestação nos locais visitados é de 3% (225 mil residências), marca tradicionalmente classificada como "situação de alerta" para surtos. A meta do governo é reduzir os índices de infestação para menos de 1%.

"Se visitarmos todas as casas até o fim de fevereiro e encontrarmos índices superiores a essa marca no fim do período, certamente vamos continuar a fazer o trabalho, até os números baixarem", disse Oliveira.

Para o chefe da Sala Nacional de Coordenação e Controle do Aedes aegypti, Marcus Quito, é essencial que a meta seja alcançada, sobretudo diante da tendência, identificada nos últimos meses, de aumento de casos de dengue.

Como informou o Estado, o número de casos da doença vem aumentando de forma expressiva nos últimos meses, um indicador de que o mosquito está em atividade e, portanto, de que há um risco concreto de expansão de casos de zika, vírus que chegou ao Brasil apenas no ano passado, mas que está associado a casos de má-formação congênita e problemas neurológicos.

Por Estados

Dados divulgados pelo Ministério da Saúde mostram que a maior taxa de visitação de agentes de saúde ocorreu na Paraíba, com 49,29% das casas vistoriadas. Em seguida, vem o Rio, com 30,15% dos domicílios visitados.

Em São Paulo, equipes vistoriaram 17,17%. "Nosso principal foco agora é intensificar as ações", disse Quito. Um grupo de 115 municípios considerados prioritários deverá ser monitorado mais de perto. As cidades foram escolhidas de acordo com critérios populacionais e de circulação do vírus.

Oliveira afirmou que mesmo imóveis fechados serão visitados. De acordo com ele, cada Estado discute mecanismos legais de acesso aos imóveis. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

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Terça, 19 de Janeiro de 2016

Atitude de brasileiros precisa mudar, diz Unicef sobre combate ao Aedes aegypti

fonte: ultimosegundo.ig.com.br

Pediatra especialista em programas da organização afirma que pessoas necessitam tomar mais cuidado com vetor da dengue

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) defende o engajamento e a mobilização da sociedade no enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti, vetor da dengue, do zika vírus e da febre chikungunya.

A pediatra Francisca Maria Andrade, especialista em programas do Unicef, diz que é necessária uma mudança de comportamento dos brasileiros em relação ao mosquito para que o combate seja eficiente. “Precisamos que haja um engajamento, uma mobilização muito grande da sociedade, mudança de comportamento e os meios de comunicação têm uma importância destacada”, apontou.

O Unicef está acompanhando as ações do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais e municipais para combater a proliferação do mosquito, e também monitora a evolução dos casos de microcefalia no Brasil. A malformação em recém-nascidos está relacionada à infecção das mães pelo zika vírus.

Por meio do projetos Selo Município Aprovado e Plataforma dos Centros Urbanos, mais de 1,6 mil municípios da Amazônia, do Semiárido e dos grandes centros urbanos estão articulados com o Unicef em um trabalho que mobiliza uma rede de articuladores e adolescentes. “A ideia é reforçar o trabalho que vem sendo feito, especialmente de combate ao mosquito, porque se conseguirmos combater o mosquito, vamos reduzir infecção pelo zika vírus, chikungunya e dengue, que comprometem muito a saúde e podem levar à morte.”

Segundo a médica, mesmo tendo informações sobre o Aedes aegypti, muitas pessoas não verificam os locais de foco do mosquito. Embora reconheça que a mudança de comportamento não é fácil, Francisca diz acreditar nos efeitos da campanha do Ministério da Saúde que estimula a população a fazer uma avaliação semanal nas residências, condomínios e locais de trabalho, com o objetivo de interromper o ciclo do mosquito. OAedes aegypti passa de larva à fase adulta em uma semana.

lembrou que, mesmo que um agente de saúde ou de endemias passe por uma residência, a visita só se repetirá em três meses ou mais. “Aí já criou muito mosquito neste período. É preciso que haja a consciência de cada cidadão não só para proteger a população brasileira, mas os nossos visitantes. A gente tem várias cidades que dependem do turismo e não gostaríamos que houvesse um comprometimento da nossa economia por conta da redução dos turistas no nosso País.”

No caso de empresas, a recomendação da Unicef para as instituições que queiram aderir à campanha de combate ao Aedes aegypti é criar brigadas contra o inseto nas comissões internas de prevenção de acidentes (Cipas). De acordo com a especialista do Unicef, algumas secretarias estaduais de saúde estão fazendo treinamento de funcionários em empresas. “São brigadas que podem se juntar às Cipas para também proteger os funcionários desse agravo que seriam as infecções transmitidas pelo mosquito". 

Teste rápido

Na avaliação de Francisca, o teste rápido para diagnóstico da dengue, zika vírus e chikungunya, que começará a ser distribuído para os laboratórios centrais da Fundação Oswaldo Cruz até o fim de fevereiro, vai contribuir para o tratamento das doenças.

“A gente já tem uma boa experiência no Brasil com o teste rápido do HIV, que traz resultado em 15 ou 20 minutos para dar uma resposta, então, se a gente tiver também nas três doenças causadas pelo Aedes, vai ser um avanço maravilhoso para o diagnóstico e para o tratamento das pessoas”.

A pediatra defendeu que gestantes, crianças e idosos tenham prioridade no uso dos testes. “O ideal é que este teste esteja disponível para a população inteira, para todos que manifestem os sinais e sintomas das doenças, que procurem os serviços de saúde, mas com prioridade para esses grupos”, apontou.

Segundo a especialista, atualmente, os diagnósticos de zika se baseiam nas manifestações clínicas como sinais e sintomas, o que dificulta a definição de estatísticas da doença no Brasil.

 

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Quarta, 06 de Janeiro de 2016

Do Portal do Governo do Estado

Aedes aegypti: SP ressalta importância de eliminar criadouros em casa

fonte: www.saopaulo.sp.gov.br

Na luta contra o mosquito transmissor da dengue, chicungunya e zica vírus, a primeira batalha deve ser vencida dentro de casa

O trabalho de combate ao mosquito Aedes aegypti em São Paulo agora conta com um vídeo (assista ao vídeo abaixo) que visa conscientizar a população sobre a importância de eliminar possíveis criadourosPelo menos 80% deles estão dentro das casas, como pratos de vasos, garrafas e recipientes que acumulam água.

Policiais militares vão reforçar combate ao mosquito Aedes aegypti

SP aperta o cerco ao Aedes aegypti com sala de comando e reforço policial

SP entra na reta final para ter 1ª vacina brasileira contra a dengue

 

Na luta contra o mosquito transmissor da dengue, chicungunya e zica vírus, a primeira batalha deve ser vencida dentro de casa. Saiba como:

 

- Encha os pratos dos vasos de plantas com areia até a borda.

- Troque a água e lave o vaso das plantas aquáticas com escova, água e sabão pelo menos uma vez por semana.

- Coloque o lixo em sacos plásticos e mantenha a lixeira sempre fechada.

- Caixas d'água também devem permanecer fechadas e todos os objetos que acumulam água, como embalagens usadas, devem ser jogados no lixo.

- Folhas e tudo o que possa impedir a água de correr pelas calhas também precisam ser removidos

- Garrafas e recipientes que acumulam água devem ser sempre virados para baixo.

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Vamos todos combater o mosquito da Dengue. Faça a sua parte. Para serviços de esgotamento de fossas, desentupimentos, limpeza de calhas, higienização de caixa de passagem, limpeza de caixa de gordura e para esvaziar o poço de recalque do seu condomínio ou residência chame a melhor do mercado. Chame a PH Serviços SP. Preços especiais para a grande São Paulo.

Todos juntos no combate a Dengue ao Zika Vírus e a Febre Chikungunya.

Vamos dar um fim nisso, vamos dar um fim a água parada.

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Mosquito da Dengue

fonte: http://www.dengue.org.br/mosquito_aedes.html

Mosquitos

 

  Mosquito da dengue

A dengue pode ser transmitida por duas espécies de mosquitos (Aëdes aegypti e Aëdes albopictus), que picam durante o dia e a noite, ao contrário do mosquito comum, que pica durante a noite. Os transmissores de dengue, principalmente oAëdes aegypti, proliferam-se dentro ou nas proximidades de habitações (casas, apartamentos, hotéis), em recipientes onde se acumula água limpa (vasos de plantas, pneus velhos, cisternas etc.).

 

   
 
 
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