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ULTIMAS NOTÍCIAS

 

Segunda, 11 de Junho de 2016

Dirigir com farol baixo durante o dia passa a ser obrigatório nas rodovias

Infratores podem ser multados em R$ 85,13.
Em 2015, 1.139 pessoas morreram atropeladas nas estradas.

fonte: g1.globo.com

A partir desta sexta-feira (8) passou a ser obrigatório dirigir com o farol baixo ligado mesmo durante o dia nas rodovias de todo o Brasil. É uma questão de segurança.

Foi um dia de sol em São Paulo, mas os motoristas tiveram que se comportar como se dirigissem à noite.

Muita gente se lembrou na última hora que a partir desta sexta-feira (8), nas estradas de todo o país, os carros precisam trafegar com os faróis baixos acesos. É lei.

Após 13 quilômetros numa estrada é que foi encontrado o primeiro aviso para os motoristas. E olha que nem todos prestaram atenção.

A multa para quem esquecer da nova regra é de R$ 85,13, além de quatro pontos na carteira.

Faltou atenção. Os motoristas tinham que acender os faróis baixos, que têm luz forte, e não a lanterna, que não ilumina. Por isso é proibido. Farol de neblina também não pode.

O Denatran autorizou a luz de LED forte, separada da lente dos faróis, mas o LED interno, bem fraquinho, não pode, dá multa.

A fiscalização não vai ser feita com uso dos radares fotográficos. O motorista que se esquecer de acender os faróis do carro só vai ser multado se for parado numa blitz ou passar por um policial. E não precisa parar o carro. A Policia Rodoviária espera que haja adesão, assim como aconteceu com o cinto de segurança, quando o uso virou lei. Acender os faróis na estrada pode salvar vidas.

Em 2015, 1.139 pessoas morreram atropeladas nas estradas.

“Usar os faróis baixos ligados durante o dia ou as luzes de rodagem diurnas proporciona a esse veículo uma visibilidade muito maior tanto para os outros veículos como para os pedestres e ciclistas”, explica Ricardo de Paula, chefe da delegacia da Polícia Rodoviária Federal.

Paulo Schor, oftalmologista, explica por quê: “Quando existe uma luz lateral, nós olhamos e aí nós conseguimos ver os detalhes, porque nós estimulamos células retinianas, que não estão no centrinho da visão, que estão na periferia e que são facilmente estimuladas. São células, por exemplo, que enxergam melhor no escuro do que no claro, que é exatamente essa situação”.

Na estrada, passou um táxi todo apagado. O taxista voltou para se explicar. “Vou colocar uma etiquetinha bem no meio da minha direção e no canto do vidro: ‘Não esqueça de acender o farol’. Vou ter que ter uma consciência para não poder acontecer isso”, disse o taxista Mário Gomes.

 

Sexta, 03 de Junho de 2016

Muhammad Ali morre aos 74 anos nos Estados Unidos

O tricampeão mundial e campeão olímpico de boxe Muhammad Ali morreu na noite dessa sexta-feira em Phoenix nos Estados Unidos.

A equipe da Desentupidora PH Serviços SP em luto com a morte de um símbolo de luta e superação.

 

Quarta, 30 de Março de 2016

Governo do Estado já tinha registro de alta de gripe H1N1 desde novembro

fonte: dgabc.com.br

Estadão Conteúdo

A Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo já sabia há pelo menos quatro meses do aumento atípico de casos de gripe H1N1 no Estado, revela informe técnico do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) divulgado na última semana no site do órgão.

De acordo com o documento, embora o pico da doença ocorra durante o inverno, a secretaria passou a notar, a partir de meados de novembro de 2015, um crescimento nas notificações de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causada pelo vírus H1N1. "Cabe assinalar que se constatou aumento do número de casos de SRAG a partir da semana epidemiológica 46/2015 relacionados à atividade do vírus influenza A (H1N1), contemplando 15 casos e quatro óbitos", destaca o informe.

Os números registrados nos últimos 45 dias do ano representam 45,5% dos casos e 40% das mortes de todo o ano de 2015. A concentração de casos no final do ano é considerada anormal frente aos números dos anos anteriores. O informe não traz os índices semana a semana, mas, de acordo com o gráfico divulgado no documento, a notificação de casos e óbitos pela gripe H1N1 nos verões dos dois anos anteriores é próxima de zero.

Questionada pelo Estado sobre as ações tomadas, a secretaria disse que, por mais que o Centro de Vigilância Epidemiológica tenha observado o crescimento atípico de casos da doença a partir de novembro, o cenário epidemiológico daquele momento "não indicava risco de expansão expressiva do vírus".

Após o crescimento de notificações notado a partir de novembro de 2015, mostra o informe, os casos de SRAG associados a H1N1 explodiram em janeiro e, desde então, vêm crescendo. Balanço mais recente da secretaria mostra que já são 260 registros da síndrome e 38 mortes apenas nos três primeiros meses deste ano no Estado. Somente na capital, foram oito vítimas. Em todo o ano passado, foram registrados 33 casos de SRAG, com dez mortes.

Demora

De acordo com especialistas, a Secretaria Estadual da Saúde poderia ter agido mais rápido ao perceber o aumento inesperado de casos de SRAG causadas pelo H1N1. "Em novembro e dezembro já começamos a diagnosticar mais gripe entre os pacientes. Pelo menos um alerta à população deveria ter sido feito, para que as pessoas ficassem mais atentas aos sintomas de agravamento da gripe e para que os próprios produtores de vacina tentassem acelerar sua produção", diz Artur Timerman, infectologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos.

Apesar do aumento de casos notado há quatro meses, a secretaria só pediu anteontem ao Ministério da Saúde a antecipação da campanha de vacinação no Estado.

Para Celso Granato, professor de Infectologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o alerta deveria ter sido dado aos médicos, para não criar pânico na população. "A secretaria poderia ter deixado a classe médica um pouco mais informada, para não criar um alerta exagerado, porque o limite entre gerar benefício e pânico é muito tênue. Quanto à vacina, ela acabou de ficar pronta, não sei se eles conseguiriam acelerar esse processo", afirma.

Monitoramento

A Secretaria Estadual da Saúde afirmou que, mesmo sem considerar que havia risco de expansão significativa do vírus naquele momento, "intensificou o monitoramento de circulação da doença em diferentes regiões do Estado". De acordo com a pasta, somente neste ano a tendência de aumento de casos "ficou mais evidente", o que levou o governo a promover, na semana passada, vacinação extra em 67 municípios do interior do Estado mais afetados pela doença e pedir a antecipação da campanha de 2016 ao Ministério da Saúde.

A secretaria afirmou ainda que a definição do calendário de imunização é feita pelo órgão federal e que a campanha de imunização é a forma "mais consistente de combater o vírus". Segundo a pasta, a vacina é produzida com as cepas de maior circulação no inverno europeu, o que faz com que a produção das vacinas no Brasil seja concluída somente em meados de março ou abril.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

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Sábado, 05 de Março de 2016

Mutirão contra dengue em 426 cidades de SP leva 25 mil agentes às ruas

fonte: noticias.r7.com

Um supermutirão contra a dengue vai mobilizar neste sábado (5), 25.340 agentes de saúde em 426 municípios paulistas, incluindo a capital. A ação, que abrange mais de dois terços dos 465 municípios do Estado, será a primeira com agentes e supervisores recebendo remuneração extra de R$ 120 mil a cada dia trabalhado, repassados pelo governo estadual.

Os municípios assinaram um termo de adesão, indicando o número de agentes e supervisores escalados para o trabalho de campo, que vai se repetir todos os sábados até o fim de abril. O custo ao Estado só com a mão de obra será de R$ 3 milhões por sábado.

A Sucen (Superintendência de Controle de Endemias), da Secretaria de Saúde do Estado, vai reforçar esse contingente com outros 500 agentes. Somente na capital, 11 mil participam da ação. Na Grande São Paulo, o maior efetivo estará em Santo André — 444, enquanto no interior, São José do Rio Preto terá 385 pessoas em ação, seguida por Sorocaba, com 358. Cidades pequenas terão efetivo menor: a cidade de Óleo escalou apenas um agente, enquanto Quadra cadastrou dois.

As ações incluirão a varredura de focos do mosquito em imóveis públicos, privados e baldios, com eliminação e remoção de criadouros, e tratamento químico se necessário. Os moradores vão receber orientação. Os mutirões da Secretaria em conjunto com os municípios atingiram desde janeiro, 6,9 milhões de imóveis — 42 4% das propriedades do Estado - segundo a pasta.

 

Faça você também um mutirão na sua rua, convoque os seus vizinhos, o mosquito da dengue não respeita divisas. Identifique os focos de água parada, calhas, reservatórios, fossas ou entupimentos e chame a PH Serviços para executar. 

 

Quinta, 25 de Fevereiro de 2016

"Zika vírus é muito pior que o ebola", diz especialista 

O hematologista Wellington Galvão da Santa Casa de Maceió explica detalhes sobre a doença

fonte: noticias.r7.com

A explosão de casos de bebês com microcefalia no Brasil, possivelmente em decorrência do zika vírus, tem repercutido no Brasil e em todo o mundo. Na tentativa de se descobrir mais sobre essa doença, suas formas de transmissão e consequências, cientistas e pesquisadores de diversos países estão mobilizados em diversos estudos. Para explicar um pouco mais sobre o zika vírus e a microcefalia, o R7 conversou com o hematologista e homoterapeuta Wellington Galvão, da Santa Casa de Maceió.

Veja a entrevista na íntegra a seguir: 

R7 — O zika é menos agressivo que a dengue, já que no Brasil, foram registrados apenas três casos de morte por causa do vírus. Qual é o potencial do zika para matar?  

Wellington Galvão — Como doença em si, ela é menos agressiva do que a dengue. O zika não era o bicho-papão que é hoje. Era apenas uma virose que passava rápido, sem sintomas muito agressivos. O grande problema do zika veio depois: são as consequências. Hoje, apesar de os sintomas serem mais brandos, as doenças que o zika vírus podem desencadear — como síndrome de Guillain-Barré e microcefalia — são piores. As mortes pelo vírus em si são muito incomuns, acontecem, normalmente, quando a pessoa tem imunidade muito baixa.

Diretora da OMS elogia 'transparência do país' no combate ao zika

Mãe de gêmeos em que um tem microcefalia diz: "Tem dia que fico pensando por que um teve e outro não"

R7 — Quais são as maneiras de transmissão do zika, além do contágio pelo mosquito? Relação sexual, saliva e amamentação também são formas de contágio confirmadas?

Galvão — A princípio, a única forma de contágio comprovada é por meio da picada do mosquito. Há hipóteses de transmissão por relação sexual, amamentação e saliva, mas ainda não estão confirmados. A doença ainda é muito desconhecida, muitos estudos têm sido realizados. Além disso, pesquisadores consideram a hipótese de que outros mosquitos, além do próprio Aedes aegypti, possam transmitir a doença. E isso é preocupante.

R7 — A relação com a microcefalia surpreendeu? Você acha que o vírus pode trazer consequências mais graves para o corpo humano futuramente?

Galvão — Acho. Em maio, quando começou a epidemia de zika na Bahia — Estado com primeiros casos da doença —, começamos a perceber um aumento nos casos de SGB (síndrome de Guillain-Barré). Foi apenas em outubro que as unidades médicas de Pernambuco passaram a notar o aumento do surto de microcefalia, que tomou conta do cenário nacional. Ninguém esperava essa relação, e até hoje a OMS (Organização Mundial de Saúde) não comprova que os casos sejam consequência do zika vírus. Mas todos sabemos que é.

R7 — Por que a OMS ainda não considera a ligação direta entre zika e microcefalia?

Galvão — É uma forma de se precaver de dar uma opinião precoce, uma vez que, são doenças muito recentes e ainda há muitos estudos sendo realizados. É natural que não confirmem nada com antecedência.

R7 — A mulher que está grávida e descobre que tem zika necessariamente terá um bebê com microcefalia?

Galvão — Não é uma regra — e se fosse, estaríamos enfrentando um cenário ainda mais perturbador. Em Alagoas, mais de 100 mil pessoas já tiveram zika vírus, e 200 bebês nasceram com microcefalia. Esses dados têm aumentado consideravelmente. As estatísticas brasileiras estão muito aquém da realidade, uma vez que, há muitos casos suspeitos e poucos diagnosticados.

R7 —  É verdade que a microcefalia causada pelo zika é mais potente do que a ocasionada por toxoplasmose, drogas e álcool?

Galvão — Ainda não é uma informação comprovada, mas os casos mais recentes têm mostrado que sim. Primeiro porque as consequências do zika não são apenas a redução do crânio, mas também o desenvolvimento precário do próprio sistema nervoso central. Isso não era observado em grande escala quando analisados outros casos de microcefalia, não relacionados ao zika vírus. A ação do zika agride muito mais o bebê do que as outras formas de contágio.

R7 — Foi comprovado que, se a gestante pegar o vírus até o primeiro trimestre de gravidez, o bebê vai ter microcefalia? Como é essa relação? E se a mulher pegar o vírus a partir do quarto mês? As chances se extinguem ou reduzem?

Galvão — Na fase inicial da gravidez, as chances de o feto desenvolver a microcefalia são maiores, uma vez que ele ainda está em fase de formação. No entanto, essas chances não se extinguem após o primeiro trimestre, apenas se reduzem. Ainda não é possível estipular um período exato para que a gestante não precise se preocupar com a possibilidade de ter um filho com microcefalia.

R7 — Por que há casos de gêmeos — filhos de uma mãe que teve zika vírus — em que um nasceu com microcefalia e outro sem? Há pessoas com “proteção natural” para se defender e outras que têm mais suscetibilidade?

Galvão — Acredito que a barreira imunológica e resistência maior de cada bebê possa favorecer isso. Um impediu a ação do vírus — que entra no cérebro dos bebês e se multiplica — e o outro, não. Ainda não foi comprovada essa hipótese, mas creio que um sistema imunológico mais forte pode ser um fator-chave para que a doença não se desenvolva em algumas crianças.

R7 — O presidente colombiano disse recentemente que há 3.000 casos de mulheres grávidas com zika, mas nenhum registro de microcefalia. Por quê? O vírus aqui é mais agressivo?

Galvão — Há duas possibilidades que podem justificar esse fato: a primeira é a do tempo propriamente dito. Na Colômbia, o zika vírus é mais recente. Assim como o Brasil demorou cinco meses para notificar o aumento de casos de microcefalia — e assim estabelecer a relação da doença com o zika —, o país pode apenas estar passando pela janela que liga as doenças. A outra hipótese é a de que o vírus pode estar sofrendo uma mutação no Brasil, o que potencializaria sua força e suas consequências. Mas ainda me refiro a possibilidades. 

R7 — Dados do CDC (Centro de Controle de Doenças, na sigla americana) mostram que 70% das mães de filhos com microcefalia apresentam vermelhidão entre o primeiro e o segundo trimestre de gestação. E 71% dos bebês nascem com microcefalia severa — cérebro muito reduzido. Por que isso?

Galvão — A vermelhidão é um sintoma que se manifesta em pessoas com imunidade muito baixa — o que reflete no bebê. Quando o sistema imunológico não está forte, há maiores chances de a criança nascer com um quadro mais grave de microcefalia. Hábitos alimentares e qualidade de vida são fatores importantes para uma alta imunidade, por isso que os casos mais graves da doença se manifestam em regiões pobres, sem saneamento básico e água tratada — questões que prejudicam o sistema imunológico.

R7 — Você prevê uma pandemia de zika?

Galvão — Não sei dizer, mas tomara que não. Se acontecer, vai ser um problema sério para todo o mundo. Hoje em dia, 40 países são afetados pelo zika vírus. O mundo está assustado e procurando uma forma de resolver o problema. O zika vírus é muito pior que o ebola — não pela agressividade do vírus, mas pela sua capacidade absurda de transmissão.

R7 — Você acha que vai demorar muito para ter uma prevenção contra o vírus?

Galvão — Acho que não vai demorar tanto, mas não vai ser tão rápido quanto gostaríamos. Creio que em até 2 anos uma vacina vai ser criada, uma vez que o mundo está mobilizado contra o zika. Cientistas estão trabalhando em conjunto, há um maior incentivo dos governos para a realização de pesquisas, enfim... Como o zika é uma virose, acredito que seja mais fácil de desenvolver uma vacina contra ele do que contra a dengue, por exemplo, que tem quatro tipos de vírus.   

*Colaborou: Talyta Vespa, estagiária do R7

 

Enquanto não se conhece o real perigo do Zika Vírus, cada um tem que fazer a sua parte não deixando que água se acumule em sua residência ou empresa. O Mosquito não respeita divisas e vai picar todos que estiver ao seu alcance. Chame pelo serviços da PH Desentupidora para esgotar água parada em seu ambiente. Na zona sul de São Paulo temos os menores preços e a maior agilidade do mercado. Faça uma experiência e contrate os serviços da PH. Será satisfação garantida. PH Serviços SP é dedicação total à você.

 

Quinta, 11 de Fevereiro de 2016

Nova pesquisa de agência americana reforça relação entre zika e microcefalia

fonte: www.bbc.com

Uma das maiores autoridades de saúde dos Estados Unidos afirmou ter sido encontrada a "evidência mais forte até agora" do efeito do zika vírus em bebês em gestação.

Tom Frieden, chefe do CDC (sigla em inglês para Centro de Controle de Doenças), falava a políticos em Washington.

Por sua vez, a OMS (Organização Mundial da Saúde) ainda não confirma a ligação do zika vírus com a microcefalia - embora reconheça fortes evidências disso.

Frieden disse que dados de casos de duas crianças do Brasil, que morreram logo após o nascimento, indicaram que o vírus passou das mães para os filhos.

Porém, ele disse que a conexão suspeita ainda não foi definida.

Atualmente, o Ministério da Saúde investiga 3.670 casos suspeitos de microcefalia – quando a criança nasce com um cérebro de tamanho menor que o normal. Cerca de 400 foram confirmados e 700, descartados.

Frieden disse que pesquisas intensivas estão sendo realizadas para descobrir mais sobre o vírus e desenvolver uma vacina contra ele – embora ela possa virar realidade apenas daqui a muitos anos.

"Nós provavelmente veremos números significantes de casos de zika em Porto Rico e outros territórios americanos", afirmou Frieden.

Ele afirmou que o CDC garantirá recursos para os Estados americanos combaterem o mosquito transmissor.

Também nesta quarta-feira, a OMS, que classificou a epidemia de zika como uma "emergência global de saúde pública", elaborou orientações para que as mulheres se protejam contra o vírus.

O organismo afirmou que até que se saiba melhor se o contato sexual pode transmitir o vírus "todos os homens e mulheres que vivem ou retornaram de uma área onde o zika está presente – especialmente mulheres grávidas e seus parceiros – devem receber orientação dos riscos potenciais de transmissão sexual e adotar práticas sexuais seguras".

"Isso inclui o uso correto e consistente de camisinhas, um dos mais efetivos métodos de proteção contra todas as infecções transmitidas sexualmente", afirmou a OMS.

O uso de métodos contraceptivos é uma assunto polêmico na América Latina devido ao posicionamento contrário da Igreja Católica.

Uma organização liberal católica – Católicos por Opção – pediu ao papa Francisco para deixar claro que as mulheres da América Latina devem ser capazes de seguir sua consciência sobre métodos contraceptivos e aborto. O pontífice deve visitar o México nesta semana.

A OMS disse que não recomendou restrições a viagens para as áreas afetadas, mas alertou que mulheres grávidas ou que pretendem engravidar procurem orientação médica antes de viajar para áreas onde o zika está presente.

 

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Terça, 09 de Fevereiro de 2016

Vírus da zika se propaga mais rápido do que o da dengue 

OMS diz que pelo menos 12 grupos pesquisam um modo de prevenir a doença no mundo

fonte: otempo.com.br

O vice-presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Rodrigo Stabile, afirmou nesta segunda que o vírus da zika se propaga de maneira mais rápida do que o da dengue.

De acordo com ele, após a primeira epidemia de dengue no Rio de Janeiro, a doença levou cinco anos para atingir todo o território brasileiro. Mas com o vírus da zika é diferente. O novo mal está atingindo o mesmo patamar em apenas um ano.

Em entrevista ao portal G1, Stabile afirmou que um dos motivos para a disseminação mais rápida é a fácil adaptação do vírus ao corpo humano. Além disso, o causador da zika também está bem adaptado ao seu vetor de transmissão, o mosquito Aedes aegypt, o mesmo que transmite a dengue e a chikungunya.

Tanto o vírus da dengue como o da zika são da mesma família, mas causam sintomas diferentes. Enquanto o da dengue é mais agressivo e provoca sintomas mais aparentes, o da zika agride menos o ser humano. Já o chikungunya é de uma outra família e é muito mais agressivo.
A Fiocruz conseguiu descobrir que o vírus da zika pode ser, inclusive, encontrado na saliva e na urina de pessoas infectadas. Mas ainda não está provado se a doença pode ser realmente transmitida por esse meios.

Vacinas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta sexta que pelo menos 12 grupos pesquisam atualmente vacinas contra o vírus zika – todas em estágio inicial de desenvolvimento. A disponibilização das doses devidamente registradas, de acordo com a entidade, pode levar ainda alguns anos.

Segundo a OMS, estudos estão sendo realizados com base em terapias preventivas que funcionariam da mesma forma que a profilaxia para malária. “O uso de fumacê seguido da liberação controlada de mosquitos geneticamente modificados pode ser considerado oportuno para travar a propagação do zika”, informa a entidade.

A organização destacou ainda que trabalha para estabelecer redes de apoio regulamentares com o objetivo de acelerar a realização de testes clínicos em diversos países. Outra estratégia adotada pela OMS consiste no compartilhamento de amostras e informações.

“O diagnóstico, hoje, é uma urgência para que se possa ter certeza da presença do vírus zika e não de doenças similares e também provocadas por outros flavivírus transmitidos por mosquitos. Poucos testes diagnósticos estão disponíveis atualmente”, ressaltou a OMS. 

Porto Rico receberá ajuda

O governo norte-americano pretende levantar US$ 250 milhões em fundos para ajudar Porto Rico a lutar contra o aumento do número de casos de pessoas infectadas com o zika vírus, após uma autoridade local ter declarado estado de emergência na saúde pública. Porto Rico é um dos territórios dos Estados Unidos. Parte do dinheiro deverá ser destinado a melhorar os serviços de saúde para as mulheres grávidas. Casos de bebês com microcefalia têm sido associados ao zika vírus no país.

Obama quer quase US$ 2 bi contra zika

Washington, EUA
. O governo norte-americano vai pedir ao Congresso para libertar US$ 1,8 bilhão para financiar ações de prevenção ao vírus Zika, anunciou nesta sexta a Casa Branca, em comunicado.

A maioria dos casos de infecção pelo vírus nos Estados Unidos é de pessoas que viajaram para as zonas mais infestadas pelos mosquitos que transmitem a doença. As autoridades sanitárias norte-americanas confirmaram ainda um caso de transmissão por via sexual.

Os fundos deverão ser usados para preparar melhor o país para o impacto da doença que está se propagando muito rapidamente na América do Sul e Central, bem como em Porto Rico, que é um território norte-americano.

As autoridades temem especialmente que, com a chegada da primavera e o verão, os mosquitos portadores do Zika consigam chegar aos estados meridionais dos EUA.

 

O carnaval terminou, está esperando a Dengue se estabelecer no seu condomínio para tomar alguma providência ? Fale com o seu síndico. Qual o última vez que ele realizou  uma higienização e limpeza do poço de recalque do seu prédio. Proteja a sua família contratando os serviços da Desentupidora PH Serviços SP.

 

Segunda, 08 de Fevereiro de 2016

Epidemia de dengue já atinge mais de 130 cidades do país

Impacto na rede hospitalar pública é imediato. Em Brazlândia (DF), 70% dos pacientes estão com sintomas da dengue.

fonte: g1.globo.com

No Brasil, mais de 130 cidades vivem uma epidemia de dengue. A explosão de casos está provocando o caos nos hospitais públicos. Sabe aquele ditado: nada é tão ruim que não possa piorar? É o que acontece quando o assunto é o mosquito Aedes aegypti.

Em algumas cidades, o número de casos de dengue disparou e o impacto na rede hospitalar pública é imediato. Perto de Brasília, em Brazlândia, 70% dos pacientes que lotam o hospital da cidade estão com sintomas da dengue.

 

Prevenir é melhor que remediar, não deixe a dengue atingir a sua família na chácarasítio ou casa de campo. Se você tem uma fossa séptica ou fossa negra faça um esgotamento e limpeza o mais rápido possível. Solicite um orçamento sem compromisso da PH Serviços SP e afaste o mosquito Aedes aegypti do seu lar. Entre em contato agora.

 

Domingo, 09 de Fevereiro de 2016

País pode ter pior recessão da história, afirma estudo

fonte: agora.uol.com.br

Folha de S.Paulo

A economia brasileira corre o risco de mergulhar em um período de três anos seguidos de contração, fato inédito desde 1901, quando começaram os registros.

Dados muito negativos de atividade econômica referentes ao fim de 2015 e o início deste ano têm levado as projeções de analistas para o desempenho do PIB em 2016 (Produto Interno Bruto) a continuar piorando.

O banco Credit Suisse esperava contração de 3,5% do PIB, mas agora já trabalha com número mais próximo de 4%, mesma estimativa para 2015. E, para 2017, projeta um terceiro recuo, entre 0,5% e 1%.

A última vez que o PIB encolheu por dois anos seguidos foi no biênio 1930-1931, após a quebra da Bolsa de Nova York. Uma queda de três anos nunca ocorreu.

 

Prepare-se para a pior recessão da história fazendo parceria com a desentupidora que tem os menores preços de São Paulo. Baixe seus custos contate a Desentupidora PH Serviços SP, para serviços de desentupimento, esgotamento e limpeza de fossa, para residências, empresas ou condomínios.

 

Sábado, 06 de Fevereiro de 2016

Cientistas americanos pedem cancelamento de Olimpíada por vírus Zika

fonte: olimpiadas.uol.com.br

A preocupação com o vírus Zika tem afetado diretamente a Olimpíada no Rio de Janeiro. Nesta quarta-feira, dois pesquisadores americanos, Arthur Caplan e Lee Igel, assinaram uma coluna na revista Forbes pedindo o cancelamento dos Jogos por conta da proliferação da epidemia.

Caplan é chefe da divisão de ética médica no Centro Médico de Langone, na Universidade de Nova York. Já Igel é professor da mesma universidade e um pesquisador especializado em tomada de decisões e comportamento no trabalho em negócios do esporte. Eles argumentam que abrigar a Olimpíada em agosto nessas condições seria "irresponsável". Eles citam que o turismo deve ser severamente afetado.

"Quem vai viajar para o Rio em meio a uma epidemia de Zika? Não mulheres jovens, que podem ficar grávidas e dar à luz a uma criança com deficiência. Não homens sexualmente ativos que correrão o risco de transmitir o problema à parceira", diz a publicação.

O artigo também cita que os atletas vão querer participar da Olimpíada de qualquer jeito, mas o Comitê Olímpico Internacional (COI) não deveria permitir, e sim "colocar a segurança em primeiro lugar". "A imprensa só vai noticiar sobre mosquitos e deficiências de nascimento", previu o texto.

Os autores encerram dizendo que o COI precisa adiar os Jogos ou cancelá-los por completo diante de uma "séria ameaça à humanidade".

Na última segunda-feira, o ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, reconheceu a preocupação com o vírus Zika, mas descartou cancelar a Olimpíada por isso, dizendo que o "esclarecimento" é a melhor forma de combater o problema.

 

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Sexta, 05 de Fevereiro de 2016

Fiocruz detecta potencial do zika vírus ser transmitido por saliva e urina

fonte: noticias.uol.com.br

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) disse nesta sexta-feira (5), véspera do Carnaval, que detectou a presença de zika vírus com potencial de infecção por saliva e urina. A transmissão, no entanto, ainda não foi confirmada.

A evidência, baseada na análise de amostras de dois pacientes com sintomas compatíveis com a doença, sugere a necessidade de investigar a relevância destas vias alternativas de transmissão viral, de acordo com a entidade, vinculada ao Ministério da Saúde e referência no assunto.

Esta evidência, que é inédita, pode ou não ser relevante –a forma de transmissão da zika até hoje comprovada é pela picada do mosquito Aedes aegypti. 

Mas pode beijar no Carnaval?

A evidência de hoje não traz base para que as pessoas deixem de ir ao Carnaval. Mas para as gestantes, que têm potencial maior de contaminação, a recomendação é evitar

Paulo Gadelha, presidente da Fiocruz

"Não podemos afirmar hoje que não há possibilidade de contaminação", ressaltou. "Sim, é possível que o vírus se replique nesses meios. A partir daí, todas as questões estão em aberto."

Por isso, a orientação é que as gestantes evitem locais de grande aglomeração, como o Carnaval, "por uma questão de cautela". "Mas apenas as gestantes. Além disso, seria uma situação infundada", disse.

As recomendações para as grávidas incluem evitar beijar qualquer pessoa e evitar compartilhar de copos e talheres até que as pesquisas avancem. 

Com a possibilidade de contágio pela saliva, a zika se assemelharia a doenças como mononucleose, a chamada de "doença do beijo", herpes e candidíase (sapinho). Também está em análise uma suspeita de transmissão sexual da doença, que aconteceu nos Estados Unidos. 

Vírus ativo

"O zika vírus foi encontrado de forma ativa, ou seja, com capacidade de infecção, na urina e na saliva", explicou ele. "Mas ainda não sabemos se ele faz o mesmo percurso até o conjunto do organismo. Teremos que fazer outras pesquisas para chegar a essa conclusão."

Segundo os pesquisadores brasileiros, as amostras foram colocadas em contato com células usadas para verificar atividade viral de vírus como os da zika, dengue e febre amarela (pertencentes à família dos flavivírus). Na experiência, essas células foram destruídas após o contato, "o que comprova a atividade viral."

A zika é quase assintomática e, em geral, não oferece riscos à saúde. No entanto, os efeitos do vírus da zika em bebês ainda intrigam cientistas. Evidências apontam que a microcefalia pode ser apenas um dos danos neurológicos da síndrome fetal associada a zika.

Hoje, o principal problema investigado são as crianças que nascem com 32 cm ou menos de perímetro cefálico, e que são notificadas como suspeita de microcefalia. Até o início da semana, eram 3.670 casos de suspeita investigados, além de 404 bebês com microcefalia ou síndromes neurológicas confirmadas.

 

O que você está fazendo para proteger a sua família contra o mosquito da dengue ? Ele pode estar escondido na calha da sua casa, sabia ?  As folhas, ferrugem, areia, poluição e fezes de pombas podem entupir e fazer empoçar água na sua calha, transformando o local em um criadouro do mosquito Aedes aegypti. Você viu um mosquito na sua residência e não sabe de onde ele veio ? Provavelmente ele está morando na calha da casa. Chame a PH para dar um fim nisso, limpando a sua calha de toda essa sujeira. O esforço tem que ser de todos.

 

Quinta, 04 de Fevereiro de 2016

Com epidemia de dengue, prefeituras pagam até R$ 1200 por dia para médicos

Em Ribeirão Preto foram registrados 927 casos só nos primeiros 15 dias do ano

fonte: noticiasaominuto.com.br

As prefeituras brasileiras estão fazendo uma verdadeira corrida para buscar médicos e montar hospitais. Tudo para tentar conter o avanço da dengue e zika. Segundo a Folha de S. Paulo, a medida está sendo adotada em municípios de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e do Paraná.  

Para a ideia ir para frente, é preciso convencer os profissionais da saúde a trabalharem de forma temporária para o setor público. Uma das formas é através do salário: alguns governos oferecem até R$ 1.200 por dia de trabalho. Isso porque, conforme apuração do jornal, cidades com epidemia estão com dificuldade em contratar médicos.

Em Ribeirão Preto foram registrados 927 casos só nos primeiros 15 dias do ano. A Prefeitura do município paulista vai gastar R$ 15,8 milhões para conter a doença. "Um contrato mais flexível tem sido o mecanismo. E estamos pagando R$ 1.200 por plantão de 12 horas", disse Darlene Mestriner, secretária-assistente da Saúde. 

 

Está esperando o que para programar a manutenção do poço de recalque do seu condomínio ou da caixa de gordura da sua empresa ? Uma fiscalização e multa da prefeitura? A crise da Zika vírus está todo dia nos noticiários e vai forçar o poder público a tomar medidas enérgicas e urgentes. Programe serviços de desentupimentos, esgotamentos, limpeza e hidrojateamento com a empresa que pode fazer o menor preço do mercado, porque tem uma solução para cada tipo de problema. Para grandes, médios e pequenos reparos chame a melhor. Vamos eliminar os criadouros do Aedes aegypti. Chame a Desentupidora PH Serviços SP  (11) 3313-1732

 

Segunda, 01 de Fevereiro de 2016

Bônus na conta de água na Grande SP fica mais difícil a partir desta segunda

Sabesp alterou cálculo para desconto na fatura do cliente que economizar.
Regras para aplicação de multa para quem aumentar consumo não muda.

fonte: g1.globo.com

A partir desta segunda-feira (1º), a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) fará um novo cálculo para o desconto na conta de água para os clientes da Grande São Paulo que conseguirem reduzir o consumo. As regras do programa de desconto foram autorizadas no fim do ano passado e ficará mais difícil para os consumidores obterem o bônus na fatura a partir de fevereiro.

O desconto foi uma das medidas adotadas para estimular a população a economizar água durante a crise hídrica. O novo cálculo do bônus consiste na adoção, para cada cliente, de um novo Consumo Médio de Referência (CMR). Até o fim de 2015, o CMR correspondia à média de consumo no período fevereiro 2013 a janeiro 2014. O novo CMR, para aplicação de bônus, será calculado pela multiplicação do antigo CMR por 0,78.

Na prática, pelo novo cálculo, quem já economizava água para ganhar o bônus, terá de economizar ainda mais.

Por exemplo: uma casa que consumiu em média 15 mil litros por mês (no período de fevereiro de 2013 a janeiro de 2014), terá a média para o cálculo reajustada em 11,7 mil litros por mês (15 mil litros multiplicado por 0,78). Por isso, para obter o desconto de pelo menos 10% na conta, esse mesmo imóvel precisará consumir, no máximo, 9,6 mil litros por mês. Um mil litros equivale a 1 metro cúbico, unidade de medida que é usada na conta da Sabesp para o consumo.

Já as regras para a aplicação da tarifa de contingência - que é a cobrança de multas de clientes que aumentarem o consumo - não serão alteradas e continuarão até o fim de 2016. O cálculo continuará a ser feito em relação à média de consumo entre fevereiro de 2013 a janeiro de 2014. As residências que consomem até 20% além da média pagam conta 40% mais cara. Já as que excederem os gastos em mais de 20% recebem multa de 100% no fim do mês.

As regras foram aprovadas pela Agência Reguladora estadual de Saneamento e Energia de São Paulo (Arsesp) e valem até o fim de 2016. Para justificar os ajustes, a companhia de abastecimento disse que constatou que houve redução no consumo de 22% no período de análise mais recente, de outubro de 2014 a setembro de 2015.

Por isso, a empresa reajustou as médias de consumo nessa mesma proporção. Mas, em dezembro, mês em que o Sistema Cantareira saiu do volume morto, Grande São Paulo registrou a maior taxa de aumento no consumo de água em 2015.

Faixas para obter o bônus
Os níveis de economia para obter o bônus, porém, permanecem os mesmos. Os imóveis que economizarem entre 10% e 15% o consumo de água têm desconto de 10% na conta. Os que diminuírem o gasto entre 15% ou 20% recebem bônus de 20%. Já as residências que economizam 20% ou mais recebem desconto de 30% na conta de água.

Corte na redução de pressão
A Sabesp diminuiu, em média, sete horas diárias o período de redução de pressão na rede de abastecimento de água na capital paulista e em cidades da Grande São Paulo. A empresa disse que a prática é usual desde a década de 1990 para reduzir perdas por vazamentos, mas com a crise hídrica no estado a ação de racionamento oficial foi intensificada.

Até 18 de dezembro do ano passado, 12 dias antes de o Sistema Cantareira sair do volume morto, a redução de pressão durava, em média, 15 horas diárias, normalmente no período da tarde e noite. Com as mudanças, o período médio caiu para 8 horas diárias, no fim da tarde e madrugada.

A Sabesp disponibilizou na internet a relação dos bairros, por cidade, os horários em que haverá redução de pressão. A companhia recomenda que o morador tenha reserva de água adequada ao consumo dos usuários por 24 horas e que verifique se as instalações internas estão ligadas à caixa de água e não diretamente à rede da rua.

A redução de pressão representa 52% do consumo de água registrado na região metropolitana, segundo dados da companhia na primeira quinzena de 2016. Apesar de aliviar o racionamento, a Sabesp disse, em nota, que a prioridade continua sendo a recuperação dos mananciais.

Racionamento 'oficial'
Em janeiro do ano passado, a companhia admitiu, pela primeira vez desde o início da crise, que toda a Grande São Paulo estava com redução de pressão. Após um pedido da Justiça, a empresa divulgou um mapa das áreas afetadas.

Na época, a Sabesp afirmou que a redução ocorria “preponderantemente durante a noite/madrugada, período em que grande maioria da população dorme e as atividades econômicas praticamente inexistem”. Se o imóvel tiver caixa d'água, a redução da pressão na rede não é percebida, disse a Sabesp.

A realidade vivida pelos moradores, no entanto, foi outra. O G1 acompanhou as alternativas encontradas por famílias de São Paulo para enfrentar as torneiras secas (leia no blog Como Economizar Água os relatos dos moradores ao repórter Glauco Araújo). Segundo a Sabesp, a implantação de rodízio é evitada para não prejudicar, principalmente, a população localizada em regiões altas ou em final de rede.

No rodízio, a válvula é totalmente fechada. Por causa da extensão da rede de abastecimento, esses moradores, segundo a companhia, podem permanecer por período muito longo sem abastecimento, já que a água só vai chegar nestes locais depois de encher toda a rede e as caixas de água das áreas mais baixas. No racionamento, a válvula é fechada parcialmente, reduzindo o volume de água nas tubulações e, consequentemente, a pressão na rede.

 

O esforço na economia de água em São Paulo continua e deve ser um esforço de todos. Para serviços de hidrojateamento e esgotamento contrate a PH Serviços SP, que utiliza água de reuso para os seus serviços e descarta os resíduos na central de tratamento de Barueri, seguindo os mais rígidos protocolos do mercado, sempre pensando em preservação do nosso meio ambiente

 

Domingo, 31 de Janeiro de 2016

Consórcio promove evento contra a dengue no Grande ABC

fonte: dgabc.com.br

O aumento de 558% nos casos de dengue na região, passando de 1.125 registros autóctones em 2014 para 7.403 em 2015, além de sete mortes, fez com que o Grande ABC declarasse guerra ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e febre chikungunya.

Ontem, na Rua Afonsina, no bairro Rudge Ramos, em São Bernardo, o Grupo de Trabalho Saúde do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, em parceria com equipes técnicas das sete prefeituras, realizou o ABC Contra o Aedes.

A ação teve como objetivo orientar a população sobre como identificar e eliminar os criadouros do mosquito por meio da distribuição de panfletos, mostras das larvas e do mosquito adulto, maquetes, materiais educativos e lúdicos, personagens fantasiados e carreata pelos bairros Rudge Ramos, Vila Palmares (Santo André) e Boa Vista (São Caetano).

Toda essa preocupação se justifica. Segundo balanço feito pela Sala de Situação Regional para o Combate ao Mosquito da Dengue – coordenada pelo Grupo de Trabalho Saúde –, a terceira semana epidemiológica, encerrada no dia 21, teve aumento de aproximadamente 16% na comparação com 2015, contabilizando 495 casos suspeitos neste ano, contra 426 no mesmo período do ano anterior.

Ao tomar conhecimento da ação, o aposentado Edison Oliveira de Carvalho, 73 anos, trouxe de casa um inseto (morto) para analise. O teste deu positivo para Aedes. “Já alertei meu vizinho sobre água acumulada na calha, mas ele não faz nada e também não autoriza a entrada dos agentes para vistoria”, reclama.

“A população da nossa região precisa ficar sempre alerta. O mosquito está em todo lugar”, salienta o prefeito de Santo André, Carlos Grana (PT).

“Nossa região não está fora de controle, mas necessitamos da colaboração de todos no combate ao mosquito”, declara o prefeito de São Bernardo e presidente do Consórcio, Luiz Marinho (PT). Já o prefeito de São Caetano, Paulo Pinheiro (PMDB), defende que “a intenção é blindar o Grande ABC da epidemia.”

“Estamos felizes com a ação do Consórcio. É com essa união e otimismo que venceremos a guerra”, finaliza a secretária adjunta de Saúde de São Paulo, Célia Cristina Pereira Bortoletto.

Iniciativa é elogiada por moradores

Aqueles que costumam fazer compras na feira livre localizada na Rua Ida Leone Cleto, no bairro Rudge Ramos, em São Bernardo, tiveram uma manhã de sábado atípica.

O tradicional pastel e a garapa ficaram em segundo plano quando um grupo de agentes, fantasiados de mosquito Aedes Aegypti, começou a dançar paródia da música Gangnam Style, do rapper sul-coreano Psy.

Essa foi uma das estratégias do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC para chamar a atenção e alertar a população sobre os riscos de doenças que podem ser transmitidas pelo inseto.

“Achei muito criativo. Dessa forma você se interessa mais pelo assunto”, diz a operadora de telemarketing Vera Alice Barbosa, 54 anos.

Já a aposentada Sônia Pontes, 60, gostou das maquetes e dos materiais lúdicos e educativos distribuídos por 16 equipes que se espalharam pelos quarteirões do bairro. Ela, porém, garante saber como agir. “Não tenho plantas com pratos, coloquei telas nas janelas e cubro a piscina plástica dos meus netos.”

A agente técnica do Centro de Zoonoses de São Bernardo Roberta Mariano cobra maior participação da população. “Boa parte dos moradores ainda não possui olhar clínico para detectar possíveis focos e, por isso, dificulta o combate ao mosquito transmissor.”

 

Na região do Grande ABCD conte com os serviços da PH Serviços SP para a realização de desentupimentos e esgotamento de água parada. Temos equipes treinadas, modernos equipamentos e o menor preço na região. Ligue já e confira (11) 3313-1732

 

Sábado, 30 de Janeiro de 2016

'Se não nos mobilizarmos, vamos perder a luta' para o Aedes, diz Dilma

Presidente disse que país vai mostrar que é capaz de ganhar a 'guerra'.
Ela participou de videoconferência com cinco governadores nesta sexta.

fonte: g1.globo.com

A presidente Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira (29) que, se o país não se mobilizar, vai "perder a guerra" contra o mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue a zika. Ela participou em Brasília de uma videoconferência com governadores de São Paulo, Pernambuco, Paraíba, Rio de Janeiro e Bahia para tratar de ações de combate ao mosquito.

Dilma deu a declaração em entrevista à imprensa após a reunião. Ela foi questionada sobre a frase do ministro da Saúde, Marcelo Castro, que havia dito que o país estava perdendo a guerra para o Aedes. Na resposta, Dilma disse que Castro estava retratando uma "realidade" e que dizer que o país estava perdendo a guerra equivale a afirmar que a intenção é ganhar a luta.

"É impressionante, achei fantástico. Por que criar um problema com a constatação da realidade? Dizer que estamos perdendo [a guerra] é porque queremos ganhar. Nós queremos ganhar. Estamos dizendo: se não nos mobilizarmos, vamos perder isso. Vamos nos mobilizar", afirmou Dilma. 

A presidente acrescentou que, enquanto o mosquito estiver se reproduzindo, o país estará perdendo a batalha contra o Aedes. No entanto, ela afirmou que o Brasil vai "ganhar a guerra"

"Nós estamos perdendo. Enquanto o mosquito se reproduzir, estamos perdendo a luta. Se eu dissesse que nós estamos ganhando a luta, a gente estaria numa fase mais avançada. Mas nós vamos ganhar essa luta, é uma outra coisa. Nós vamos mostrar que o povo brasileiro vai ganhar essa guerra", completou a presidente.

Segundo Dilma, a estratégia do governo deve ser combater os criadouros do mosquito. Ela afirmou que toda a sociedade deve se engajar no comabte ao Aedes, e não só o governo.

"O que os governos responsáveis têm de fazer? O que os cidadãos têm de fazer? Temos de erradicar o criadouro do mosquito. Os governos, as igrejas, os times de futebol, os sindicatos, temos que eliminar a água parada", disse Dilma.

Faxina
A presidente também ressaltou que o governo vai "deflagrar" nesta sexta-feira uma "faxina" contra o mosquisto em todas as repartições públicas federais. As Forças Armadas disponibilizaram 220 mil homens para atuar na limpeza de possíveis focos do Aedes aegypti.

"O governo federal hoje começa uma faxina dentro de todas as unidades do governo federal, das Forças Armadas, todas as unidades do Ministério do Desenvolvimento Social, na Educação, na Saúde, em todas as esferas", observou a presidente na coletiva à imprensa.

Nesta quinta-feira (28), véspera da "faxina federal", o G1 identificou no Panteão da Pátria – museu que homenageia os heróis nacionais localizado na Praça dos Três Poderes, a cerca de 200 metros do Palácio do Planalto – água acumulada e larvas de insetos que pode ser criadouro de mosquitos, como o Aedes aegypti

Também na Praça dos Três Poderes, é possível ver água acumulada no fosso do mastro da Bandeira Nacional.

O gerente da Vigilância Ambiental do Distrito Federal, Petrônio Lopes, afirma que o órgão realiza uma ação de combate ao mosquito nos prédios públicos da Esplanada dos Ministérios e da Praça dos Três Poderes desde a quarta-feira (27).

Lopes diz que a região é "mais tranquila" com casos de foco de dengue. "Nosso objetivo é fazer esse controle [da proliferação] e orientar os servidores públicos em todos os órgão da área da Esplanada e da Praça."

Ao lado do Ministério da Saúde, o G1 encontrou 15 latas de tinta com volume de 18 litros cheias de água. No local, o lavador de carros Regis Oliveira, de 27 anos, afirma que foi avisado pelo governo sobre não deixar a água acumulada. Ele atua no espaço há dez anos.

“Desde que eu cheguei aqui o pessoal [do Ministério da Saúde] já me pediu pra manter as latas viradas. Toda noite eu troco a água e deixo tudo limpo”, afirmou. Ele mora em em Planaltina de Goiás e diz que já presenciou muitos casos de dengue na região, mas nunca contraiu a doença.

A Secretaria da Saúde do Distrito Federal afirmou que o governo combate o Aedes aegypti em todo o DF e concentra esforços para reduzir os índices de contaminação das doenças que o mosquito transmite.

Cronograma
Logo após a fala da presidente, o ministro Marcelo Castro informou que no próximo dia 4 haverá uma limpeza em todos os hospitais do Brasil (públicos, privados e filantrópicos) que recebem pacientes do SUS para destruir os criadouros do mosquito – nesta sexta (29), prédios do governo federal também estão passando por essa limpeza.

Segundo ele, no dia 13 cerca de 220 mil militares das Forças Armadas distribuirão panfletos e cartilhas com instruções em residências de todo o país para conscientizar a população sobre as formas de combate ao Aedes aegypti.

O ministro da Saúde informou ainda que, atualmente, 23 países já registraram o vírus Zika e, por isso, a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que na América Latina o número de pessoas infectadas poderá chegar a 4 milhões – desses, 1,5 milhão no Brasil. Em razão desses números, diz Castro, a entidade convocou uma reunião do comitê de emergência para a próxima segunda (1º) para decidir se vai declarar estado de emergência internacional.

“Além disso, na próxima quarta [3], teremos uma reunião da Unasul, com todos os ministros da Saúde, no Uruguai, mas isso ainda não está 100% fechado”, disse Castro.

Por fim, ele informou que ainda não há previsão de quando o governo começará a distribuir os repelentes do Aedes aegypti às grávidas que recebem o Bolsa Família (cerca de 400 mil mulheres), mas que o governo "tem toda urgência" em relação ao assunto.

 

Não vamos perder a guerra contra o mosquito, chame reforço, chame a PH Serviços SP (11) 3313-1732

 

Sexta, 29 de Janeiro de 2016

Zika: Em dia de 'faxina' contra o Aedes, ministro destaca importância da mobilização

fonte: www.jb.com.br

Nesta sexta-feira, ministérios e órgão da União sofrerão varredura para combater mosquito

O ministro da Saúde, Marcelo Castro, afirmou nesta sexta-feira (29) que o Brasil está diante de uma epidemia que chama a atenção do mundo, ao se referir ao avanço do vírus Zika no país. A declaração surge um dia após a Organização Mundial da Saúde (OMS) convocar um comitê de emergência para tratar do assunto.

Durante cerimônia de mobilização contra o mosquito Aedes aegypti no próprio prédio do ministério, Castro disse que os servidores da pasta precisam dar o exemplo em primeiro lugar. "Não temos ainda a vacina, o remédio para combater o vírus. O que nos resta é o trabalho cotidiano e ininterrupto para destruir os criadouros do mosquito."

O ministro lembrou que o Aedes aegypti circula atualmente em pelo menos 113 países e está no Brasil há cerca de 30 anos. Para ele, acabar com os criadouros é uma tarefa difícil, mas não impossível. "O governo está fazendo a sua parte. Nunca houve na história deste país uma mobilização tão efetiva", disse. "São fundamentais e mais necessárias ainda a participação e a mobilização da sociedade".

Mutirão

Após a presidenta Dilma Rousseff determinar para esta sexta-feira (29) uma varredura em todos os ministérios e órgãos da União em busca de focos de proliferação do mosquito Aedes aegity, transmissor dos vírus da dengue, Zika e chikungunya, o Ministério da Integração Nacional iniciou as ações e promoveu quinta-feira (28) uma palestra para alertar servidores sobre as maneiras de prevenir a proliferação do mosquito. 

Os servidores do ministério informaram que foram convocados por email, de modo "imprescindível". Presente à palestra, o ministro da Integração, Gilberto Occhi, orientou seus subordinados a não negligenciarem no combate ao mosquito também em suas casas. 

Questionado se o esforço para combater os focos de reprodução do inseto nos órgãos federais não estaria sendo tardio, Occhi respondeu que “a qualquer momento ele [o esforço] sserá importante”.

O mais recente boletim epidemiológico, divulgado dia 27 pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal, mostrou que Brasília teve 487 casos confirmados de dengue nas três primeiras semanas do ano, número 153,65% maior do que os 192 registrados no ano passado.

Quarta-feira (27) foi confirmada a primeira morte do ano causada pela dengue hemorrágica no DF. Maria Cristina Santana, de 42 anos e cunhada do vice-governador Renato Santana, não resistiu à doença.

Em relação à Zika, há 23 casos suspeitos e um confirmado no DF este ano. A chikungunya registra nove suspeitas e uma confirmação. 

Durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social quinta-fera (28), Dilma Rousseff pediu aos membros do chamado Conselhão que “mobilizem funcionários, companheiros de sindicatos, fiéis de sua igreja, colegas de trabalho e de escola, família e vizinhos” no combate ao Aedes aegypti. Também ontem o governo anunciou a mobilização de 220 mil membros das Forças Armadas no combate ao mosquito. 

 

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Quinta, 28 de Janeiro de 2016

Cunhada de vice-governador do DF morre de dengue hemorrágica

Paciente foi ao Hospital de Brazlândia, após passar mal na tarde de terça.
Ela foi levada ao Hran à noite; causa da morte foi confirmada pela necropsia.

A cunhada do vice-governador do Distrito Federal, Renato Santana, morreu nesta quarta-feira (27) em decorrência de dengue hemorrágica. Maria Cristina Santana tinha 42 anos e era enfermeira. A causa da morte foi confirmada pela necropsia.

Maria Cristina teve uma hemorragia na segunda-feira (25) e fez um teste rápido de detecção de dengue no Centro de Saúde 1, em Brazlândia. O resultado apontou dengue. Ela fez então um hemograma, que descartou dengue hemorrágica.

Segundo a assessoria do vice-governador, ela estava usando um diurético, que mascara o resultado da contagem de plaquetas.

Nesta terça (26), ela se sentiu mal e foi internada no Hospital Regional de Brazlândia, onde trabalhava há 16 anos. A paciente foi transferida para o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) por volta das 23h. Ela morreu às 3h.

 

Segundo o GDF, Maria Cristina teve o quadro agravado por uma hipertensão. A paciente teve um quadro de infecção há dois anos, em virtude de complicações por uma cirurgia bariátrica. Na ocasião, ela teve anemia profunda, que não foi tratada de forma adequada.

De acordo com a assessoria do vice-governador, Renato Santana está arrasado com a morte da cunhada porque era muito próximo a ela.

Casos de dengue
O Boletim Epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (27) mostra que o DF teve 487 casos confirmados de dengue até o dia 25 de janeiro. O número é 153% maior do que as 192 confirmações da doença no mesmo período do ano passado.

De acordo com o documento, Brazlândia, São Sebastião, Ceilândia e Planaltina concentram 59% dos casos diagnosticados – 289 confirmações. Só em Brazlândia foram 162 casos – 5.300% mais do que as 3 confirmações da doença no mesmo período de 2015.

Até o dia 25 de janeiro de 2015, a região com mais casos confirmados de dengue do DF foi Planaltina, com 24 registros. Neste ano, houve 37 pacientes diagnosticados com a doença na região, o mesmo número de Ceilândia – que teve oito casos no ano passado. Em São Sebastião, as confirmações saltaram de 8 para 53 no período.

Entre os casos diagnosticados no DF, mas envolvendo pacientes de outras unidades da federação, o número também cresceu. Até o dia 25 foram 75 confirmações, 436% a mais do que os 14 casos no mesmo período do ano passado.

 

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Domingo, 24 de Janeiro de 2016

Combate ao mosquito não evitará que Brasil tenha epidemia de dengue e zika

fonte: noticiasuol.com.br

Apesar da intensificação de campanhas de combate ao mosquito Aedes Aegyptidesde novembro, o Brasil deve enfrentar uma epidemia de contaminações por dengue, zika vírus e chikungunya nos próximos meses. Essa é a percepção de especialistas consultados pelo UOL, que reafirmam a importância do combate para minimizar danos, mas não como solução única para o problema.

O último boletim epidemiológico aponta que houve aumento de 36% no número de casos de dengue entre novembro e dezembro de 2015 --subindo de 22,3 casos por 100 mil habitantes para 30,4.

No final de novembro, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, disse que o país tinha dois meses para combater e destruir os focos do mosquito e assim evitar uma nova epidemia. A meta do ministério era visitar todas as casas do país até o final de janeiro, mas apenas 15% dos imóveis recebeu visita até o momento.

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Dengue e Arboviroses, Artur Timerman, imaginar o fim da epidemia em curto espaço de tempo é fruto de uma "pessoa ignorante" no assunto.

"Ninguém nunca na história da humanidade vai acabar uma epidemia de arbovirose em dois meses combatendo foco de mosquito", afirma. "Podemos reduzir os danos, diminuir os focos, fazer a vigilância dentro dos domicílios, mas a epidemia vai persistir."

A lista de medidas anunciadas e adotadas pelo Ministério da Saúde é grande: são 13 itens que envolvem repasse de recursos, campanhas de combate ao mosquito, maior eficiência na notificação dos casos. O Exército também está nas ruas ajudando os agentes de endemias nas visitas domiciliares.

Mas nada disso terá um grande efeito. "Onde as estações não são tão evidentes, os casos se mantém estáveis durante o ano, como Norte e Nordeste. Nas regiões Sul e Sudeste há uma sazonalidade: aumenta o número de casos no final do ano com explosão entre março, abril e maio. É essa curva a epidêmica: de dezembro até março é a parte ascendente. O perfil da epidemia tem sido constante há anos", diz.

A professora de doenças infecciosas da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), Vera Magalhães, ressalta, de toda maneira, a importância do esforço de toda sociedade. "É o que podemos fazer agora, do ponto de vista emergencial. Acredito que sem essas ações que estão sendo feitas o número cresceria mais."

Investimento em pesquisa e políticas públicas

Os médicos apontam a importância de investimento em ciência básica, para evitar as doenças, e da melhora das condições urbanas, para o combate do vetor a longo prazo. 

"Eu diria que é lamentável a lentidão com que a ciência básica vem se desenvolvendo com relação a essas doenças como um todo, retardando o desenvolvimento de vacina que vai ser o jeito concreto de controlar essas infecções. Desde abril o ministério sabe que o zika circula e nem um sorotipo temos", comenta Timerman.

"As autoridades do Brasil estão vivendo a síndrome de 'Poliana', que sempre acha que vai dar certo, mas não faz nada para que dê certo."

Segundo Magalhães, além das ações de combate aos focos nas residências, o controle do vetor só será possível com mudanças estruturais nas cidades.

"Só vamos superar essa infestação com medidas adicionais que visam a qualidade de vida das pessoas. Hoje, 80% da população mora em áreas urbanas, muitas em habitações inadequadas, e você não tem o fornecimento de água adequado, não tem coleta de lixo. Superar ou controlar o mosquito vai depender dessas ações."

 

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Sábado, 23 de Janeiro de 2016

Nova York confirma três casos de zika

fonte: g1.globo.com

Pacientes contraíram vírus após viagens ao exterior; eles não correm risco.
EUA recomendam a grávidas que evitem ir a países com casos da doença.

As autoridades de saúde do Estado de Nova York, nos Estados Unidos, divulgaram nesta sexta-feira (22) que três pessoas testaram positivo para o vírus da zika. A informação é do jornal 'New York Times'. Segundo a publicação, todos os infectados viajaram para países onde o vírus está se espalhando com rapidez.

Dentre os pacientes, uma está totalmente recuperado e os outros dois estão se recuperando sem complicações, de acordo com um comunicado emitido pela Secretaria Estadual de Saúde. Segundo a pasta, os sintomas do vírus - incluindo febre alta, dor nas articulações e olhos avermelhados - foram tipicamente leves e duraram até uma semana.

Há casos documentados nos Estados Unidos, mas apenas de viajantes que contraíram o vírus no exterior, mas não há registros de casos transmitidos dentro do país. "Não há praticamente nenhum risco de adquirir o vírus zika no Estado de Nova York neste momento", afirmou o Dr. Howard Zucker, comissário de saúde do Estado, em um comunicado.

Recomendação a grávidas
O Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos EUA (CDC) recomendou que grávidas adiem viagens para 14 locais afetados pelo zika vírus, inclusive o Brasil. Os diretores do órgão alertaram que mulheres em qualquer estágio de gravidez “devem considerar adiar suas viagens” e que, aquelas que não podem desmarcar a vinda, devem “conversar com seus médicos e seguir estritamente as medidas de prevenção para evitar serem picadas pelo mosquito” Aedes aegypti.

As recomendações também se estendem a mulheres em idade reprodutiva, especialmente aquelas que planejam engravidar em breve, de acordo com Lyle Petersen, diretor da Divisão de Doenças Infecciosas do CDC.

A conexão entre o zika vírus e a microcefalia tem "fortes evidências", segundo os médicos, especialmente após as análises de dois fetos e dois bebês mortos logo após o nascimento. Segundo Petersen, nos quatro casos, registrados no Brasil e avaliados nos EUA, as amostras apontaram a presença do vírus nas placentas e no tecido cerebral das crianças.

Petersen afirmou que o Brasil não é especialmente mais perigoso, apesar da grande incidência de casos de microcefalia, e que as precauções devem ser igualmente observadas nos 14 locais destacados como regiões de risco: Brasil, Colômbia, El Salvador, Guiana Francesa, Guatemala, Haiti, Honduras, Martinica, México, Panamá, Paraguai, Suriname, Venezuela e Porto Rico.

Além disso, ele evitou fazer previsões sobre a situação durante as Olímpiadas do Rio, afirmando não ser possível antecipar se será indicado evitar viagens no período. “Não é possível especular, esta é uma situação nova e dinâmica. Não sabemos sequer como vai ser no próximo mês”, justificou.

O CDC informou ainda que o primeiro caso de um cidadão dos EUA com zika vírus foi registrado após o paciente retornar de uma viagem ao exterior, em 2007. No período entre 2007 e 2014, o país teve 14 casos, e entre 2015 e 2016 outros 12 foram confirmados. Em todos eles os pacientes foram contaminados durante viagens a outros países.

 

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Sábado, 23 de Janeiro de 2016

Cartilha da USP tira dúvidas de gestantes sobre o vírus Zika

fonte: saopaulosp.gov.br

De forma simples e direta, o texto esclarece sobre o contágio, os cuidados e a prevenção, a microcefalia e os demais riscos às mães e recém-nascidos

Um material didático que busca esclarecer dúvidas das gestantes em relação ao Zika Vírus acaba de ser divulgado pela USP (Universidade de São Paulo). O responsável pelo conteúdo da "Cartilha de Orientação para Gestantes sobre Infecção pelo Zika Vírus" é o professor Geraldo Duarte, responsável pelo Setor de Gestação de Alto Risco do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP).

De forma simples e direta, o texto esclarece sobre o contágio, os cuidados e a prevenção, a microcefalia e os demais riscos às mães e recém-nascidos.

 

Como a infecção pelo vírus Zika se manifesta?

De forma geral, a evolução da doença é benigna, com período de incubação (do contato com o vírus até o aparecimento do primeiro sinal ou sintoma) de quatro dias.

Pessoas com o quadro clínico completo da infecção pelo vírus Zika apresentam exantema (manchas pelo corpo), febre baixa, conjuntivite (olhos vermelhos), dores musculares, dor de cabeça e artralgia (dor nas articulações). Estas manifestações podem durar até uma semana.

 

Todas as pessoas com a infecção pelo vírus Zika apresentarão sintomas ou sinais da doença?
Não. De cada 10 pessoas infectadas pelo vírus Zika, espera-se que somente duas apresentem os sinais e os sintomas descritos no item anterior.

Portanto, um grande percentual de pessoas pode ter a doença e não saber que tem ou teve a doença.

 

Síndrome de Guillain-Barré
A síndrome de Guillain-Barré tem várias causas e o vírus Zika também é responsável pelo desenvolvimento de alguns casos desta síndrome em adultos.

Ela é uma doença imunológica que acomete o cérebro, provocando inúmeros sintomas e sinais.

Dentre as várias formas de manifestações clínicas, a principal é a fraqueza dos membros inferiores em graus variados, podendo chegar inclusive à paralisia das pernas.

As gestantes devem ficar atentas, pois os sinais e sintomas da dengue, Chikungunya e Zika são muito parecidos. O médico precisa ser procurado imediatamente na suspeita de qualquer uma destas infecções.

 

Como a infecção pelo vírus Zika é transmitida?

O vírus Zika é transmitido por meio da picada do mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite o vírus da dengue e o vírus Chikungunya.

Por esse motivo, as medidas de prevenção e controle são as mesmas já adotadas contra a dengue e para o Chikungunya.

Assim, deve-se evitar a multiplicação do mosquito, eliminando os locais em que ele prolifera. Na realidade esta é a única forma efetiva de controlar estas infecções.

 

Existe tratamento contra a infecção pelo vírus Zika?
Apenas tratamento sintomático. Não há tratamento específico contra o vírus Zika

O tratamento sintomático baseia-se no uso de acetaminofen (paracetamol) para febre e dor, conforme orientação médica.

Não está indicado o uso de ácido acetilsalicílico e drogas anti-inflamatórias, devido ao risco aumentado de complicações hemorrágicas, como ocorre com a dengue. Orienta-se procurar o serviço de saúde para condução adequada.

 

O que é microcefalia?
De forma simples, o conceito de microcefalia está relacionado com uma medida menor que a esperada para a idade gestacional da cabeça do feto ou do recém-nascido.

Esta medida pode ser feita no feto (por ultrassonografia) ou após o nascimento, medindo a circunferência (em volta da cabeça) do recém-nascido, também chamado de perímetro cefálico.

Por isto, fixar um valor único para a medida e classificação do recém-nascido ou o feto portador de microcefalia pode trazer resultados inadequados.

No entanto, para fetos ou crianças acima de 37 semanas, sem nenhuma doença, espera-se que a circunferência craniana (perímetro cefálico) esteja acima dos 32 cm.

 

Existem casos mais ou menos graves de microcefalia?
Quanto mais acometido for o encéfalo fetal, mais grave será o quadro clínico decorrente da microcefalia.

 

Se meu bebê tiver microcefalia eu posso solicitar aborto?
Não. Em casos de má formação, o aborto permitido por lei só é liberado em casos de anencefalia (não formação do cérebro), o que é diferente da microcefalia.

 

Quais são as causas conhecidas de microcefalia?
Sabe-se que as microcefalias apresentam várias causas. Pode ser decorrente de causas genéticas, radiações, uso de álcool, oxigenação cerebral fetal insuficiente e processos infecciosos durante a gravidez, entre outras.

As evidências disponíveis até o momento indicam fortemente que o vírus Zika está relacionado à ocorrência de microcefalias. No entanto, não há como afirmar que a presença do vírus Zika durante a gravidez leve sempre ao desenvolvimento de microcefalia no feto.

A exemplo de outras infecções congênitas, o desenvolvimento dessas anomalias depende de diferentes fatores. Eles podem estar relacionados com a carga viral, fatores do hospedeiro, momento da infecção ou a presença de outros fatores e condições desconhecidos até o momento.

Por isso, é fundamental continuar os estudos para descrever melhor a história natural dessa doença.

 

Porque o vírus Zika causa microcefalia?
Até o momento, não se conhece o mecanismo pelo qual o vírus Zika causa microcefalia.

As informações aqui prestadas se baseiam no que se sabe a respeito deste assunto até o momento.

Sabe-se que ele entra no organismo materno pela picada do Aedes aegypti e após, pela circulação sanguínea, chega ao feto. Como este vírus tem predileção pelo tecido nervoso, esse é o tecido no qual ele provocará o dano que resulta na microcefalia.

 

Existe vacina contra o vírus Zika?
Não existe vacina contra o vírus Zika até o momento.

 

Como posso evitar ser infectada pelo vírus Zika?
Visto que o vírus Zika chega ao organismo humano por meio da picada do Aedes aegypti, é possível evitar a infecção pelo vírus Zika, evitando a picada deste mosquito.

A melhor forma de evitar a infecção é controlar a proliferação do mosquito. Mas se esse controle falhar, deve-se evitar a picada.

As formas de evitar a picada consistem na proteção da pele, deixando o mínimo de pele exposta.

Na pele exposta, proteger com repelente.

Se usar tecido muito fino ou de trama larga, aplicar o repelente por cima do tecido.

De forma geral, os repelentes naturais não são eficientes.

 

Grávida pode usar repelente?
Sim, a grávida pode usar alguns repelentes não naturais. Normalmente, esses produtos trazem informações quanto ao uso por gestantes em suas embalagens.

Os mais indicados são aqueles à base de “Icaridina”, nome comercial “Exposis®”, com tempo de ação que pode durar até 10 horas.

Também podem ser utilizados o “DEET”, nome comercial “Off Repelex®”, (concentração de 15%) e o “IR3535”, nome comercial “Loção antimosquito Johnson®”.

Devem ser evitados contatos com olhos, boca e nariz.

Os repelentes que funcionam quando são ligados na “tomada de luz elétrica” podem ser utilizados desde que estejam a mais de dois metros da gestante.

 

Para mulheres que planejam engravidar, o que fazer?
Considerando relação entre a ocorrência de microcefalia e a infecção pelo vírus Zika, recomenda-se aos serviços e profissionais de saúde que informem a todas as gestantes e mulheres em idade fértil a respeito deste risco.

Claro que a decisão é do casal, mas a equipe de saúde deve esclarecê-las do risco.

 

Estou grávida e quero viajar para o Nordeste, posso?
Deve-se seguir a mesma orientação anterior. Para grávidas que querem viajar para as regiões de maior frequência da doença (a exemplo do Nordeste), é preciso orientá-las e esclarecer sobre os riscos. Não há como proibir.

Mais informações pelo telefone (16) 3602-2843.

As informações são da Portal da USP.

Do Portal do Governo do Estado

 

Quinta, 21 de Janeiro de 2016

Uma em cada 10 cidades de SP já vive surto de dengue

fonte: noticias.uol.com.br

Pelo menos uma em cada dez cidades paulistas já vive epidemia de dengue, três meses antes do período de pico da doença, registrado historicamente em abril. O quadro considera o número de casos notificados de outubro a dezembro de 2015, período que se iniciam as altas temperaturas e as chuvas, condições climáticas propícias à reprodução do mosquito Aedes aegypti, transmissor ainda da chikungunya e do zika vírus.

Estatísticas divulgadas nesta segunda-feira (18) no site do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Estadual da Saúde mostram que 67 dos 645 municípios do Estado já registram, na temporada iniciada no último trimestre de 2015, taxa de incidência da doença acima de 300 casos por 100 mil habitantes, índice considerado epidêmico. Entre as cidades em situação preocupante estão Ribeirão Preto, São José dos Campos, São José do Rio Preto, Presidente Prudente, Ilhabela e Sorocaba.

O levantamento já aponta para a possibilidade de uma nova epidemia de dengue neste ano no Estado, que, em 2015, registrou o pior surto da doença na história, com 649.562 casos confirmados durante todo o ano, mais do que o triplo do relatado no ano anterior. Também houve recorde de mortos por complicações de dengue em território paulista: 454. O número de municípios de São Paulo que alcançaram índice epidêmico, se considerado o acumulado de casos de todo o ano de 2015, também triplicou, passando de 142, em 2014, para 481 no ano passado.

Presidente do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (Cosems/SP) e titular da pasta na cidade de Ribeirão Preto, Stênio Miranda afirma que o aumento expressivo de casos antes do período de pico do ano tem preocupado as prefeituras, que sofrem com limitações orçamentárias para investir mais no trabalho de combate ao mosquito. "O panorama até dezembro é que temos, sim, alguns municípios vivendo uma antecipação do crescimento de casos. A expectativa agora é saber se isso vai se restringir a algumas regiões ou se pode espalhar-se para mais cidades", diz ele.

Em Ribeirão Preto, desde outubro, o número de casos confirmados tem triplicado mês a mês. "Em outubro foram 60; em novembro passou para 300; em dezembro já são 800 confirmados e esse número pode aumentar com a conclusão de exames. Só até o dia 18 de janeiro, já são 4 mil casos notificados", relata Miranda. A cidade também registrou 72 casos suspeitos de zika vírus, com a confirmação de quatro, e dois de chikungunya. Diante do quadro, a prefeitura decretou estado de emergência.

Dificuldades

A chuva que tem sido frequente há semanas vem dificultando o combate à dengue na cidade. Equipes estão indo às casas pedir que os moradores reforcem a atenção com os possíveis criadouros do mosquito transmissor. "Já diminuí muito o número de vasos e estou evitando qualquer coisa que junte água", disse a dona de casa Maria de Lourdes Dias Silva, moradora do bairro Campos Elísios, que teve a casa visitada por agentes de combate à dengue. "Eles deram outras orientações que também vão ajudar a não pegar a doença", contou.

A situação da dengue na cidade fez aumentar em mais de 20% em janeiro a procura pelo serviço público na área médica. Estimativa da Secretaria Municipal da Saúde aponta que 29 mil pessoas podem ser infectadas até junho, o que caracterizaria a pior epidemia da história da cidade. Para enfrentar o problema, nesta semana a Divisão de Farmácia da prefeitura distribuiu 15.500 frascos de soro fisiológico de hidratação endovenosa para as quatro unidades de pronto atendimento do município. "Esse medicamento é o principal reidratante para os pacientes que estão em tratamento de dengue", explicou o farmacêutico Romano Carelli Junior.

Para adquirir os remédios, a secretaria teve de fazer uma compra emergencial. De acordo com Carelli, em janeiro o produto está sendo consumido em quantidade cinco vezes maior do que em dezembro. Também foram reforçados estoques de outros medicamentos, como paracetamol e dipirona.

A expectativa da prefeitura é de que, neste ano, os custos com o tratamento da dengue e do zika fiquem entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões. Para reduzir o gasto também têm sido tomadas medidas preventivas, como mutirões de limpeza. Pelo menos 66 cidades da região de Ribeirão marcaram um mutirão para o dia 30. Ribeirão ainda cancelou o carnaval da cidade para direcionar a verba para ações de combate à doença. (As informações são do jornal O Estado de S. Paulo)

 

Terça, 19 de Janeiro de 2016

Mosquito transgênico reduziu população de Aedes em teste em SP

Empresa diz que inseto diminuiu em 82% larvas em bairro de Piracicaba.
Cidade no interior paulista deve abrigar nova fábrica que produz inseto

fonte: g1.globo.com

A empresa britânica Oxitec anunciou nesta terça-feira (19) que seu mosquito geneticamente modificado conseguiu reduzir em 82% a quantidade de larvas do mosquito Aedes aegypti espalhadas por um bairro de Piracicaba (SP). A cidade vive um de seus maiores surtos de dengue, mas no bairro de Cecap/Eldorado, em 2015, foram registrados apenas nove casos de dengue após o uso do mosquito modificado - contra 124 notificações antes da ação.

O mosquito produzido pela empresa, com o nome comercial de “Aedes do bem”, possui uma alteração genética que torna sua prole estéril. O macho de DNA alterado, quando liberado, busca uma fêmea para fecundá-la e produz um ovo infértil, barrando a oportunidade de machos selvagens se reproduzirem.

Durante o período de uso da tecnologia em Piracicaba, 25 milhões de mosquitos machos estéreis foram liberados no bairro alvo do programa.

Os mosquitos, segundo a empresa, não contribuem para a transmissão da dengue e outras doenças, porque só a fêmea do Aedes aegypti pica.

O anúncio do sucesso do projeto ocorre em um evento que começou às 10h na praça José Bonifácio. A prefeitura da cidade anuncia que decidiu prorrogar por mais um ano o projeto com o inseto transgênico no Cecap e pretende estender a ação para o centro do município.

Segundo o prefeito, a cidade ganhará uma nova unidade de produção dos insetos com capacidade de atender uma população de 300 mil pessoas. A Oxitec já tem uma unidade emCampinas.

Tecnologia
A tecnologia do OX513A foi desenvolvida em 2002 por cientistas da Universidade Oxford (Reino Unido), que depois criaram a Oxitec. No laboratório, ovos dos Aedes aegypti receberam uma microinjeção de DNA com dois genes, um para produzir uma proteína que impede seus descendentes de chegarem à fase adulta na natureza, chamado de tTA, e outro para identificá-los sob uma luz específica.

Isso permite que, em condições controladas, a fábrica consiga fazer com que o inseto geneticamente modificado se reproduza. Uma vez solto no ambiente, porém, o macho se torna infértil.

O “Aedes do bem” é transgênico porque tem DNA alterado e possui material genético de outras espécies de organismo.

Testes iniciados em 2011 na cidade de Juazeiro, na Bahia, mostraram redução acima de 80% na população selvagem. Alguns experimentos apontaram resultados de 93% de redução do Aedes aegypti que vive na natureza. O uso dos insetos da Oxitec no Brasil foi feito em parceria com a organização Moscamed.

Como funciona
O objetivo da Oxitec é ser contratada pelo poder público para fornecer um pacote de serviços, que vai desde o treinamento de agentes públicos ao combate de possíveis epidemias de dengue.

A empresa já obteve aval da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) para operar, porque a metodologia foi considerada segura. A Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), porém, ainda não concedeu autorização para comercialização do serviço, por isso a capacidade da Oxitec para fechar negócios ainda é limitada.

Uma vez aprovada, o Brasil se tornaria o primeiro país do mundo a autorizar o uso dos mosquitos geneticamente modificados em caráter comercial.

No Cecap/Eldorado, o uso do Aedes transgênico teve o caráter de projeto de pesquisa. A prefeitura desembolsou R$ 150 mil para auxiliar os trabalhos, mas a Oxitec afirma ter entrado com um valor maior que esse para viabilizar o teste. A extensão do projeto a ser realizada no centro de Piracicaba também terá o caráter de teste.

Para espalhar o OX513A pelo município inteiro, porém, a empresa precisaria transformar o projeto em negócio.

Em julho de 2014, quando inaugurou sua fábrica em Campinas, a Oxitec divulgou o exemplo de uma estimativa de custo. Para conduzir um programa de combate ao mosquito numa cidade de 50 mil habitantes, seria preciso gastar entre R$ 2 milhões e R$ 5 milhões para o primeiro ano. Nos anos seguintes o custo anual cairia para R$ 1 milhão.

Segundo o prefeito de Piracicaba, Gabriel Ferrato (PSDB), a implementação do mosquito geneticamente alterado em Piracicaba vai cobrir uma área de 35 mil a 60 mil habitantes, quando o centro da cidade for incluído no projeto.

Comprovação
Para medir a eficácia do projeto em reduzir a população do mosquito, a proliferação do Aedes no Cecap foi comparada com a do bairro de Alvorada, a 1,5 km de distância, onde também havia infestação. Comparou-se a quantidade de larvas selvagens em dezembro 2015 na área tratada e o número foi dividido pela área controle. Depois, a quantidade de larvas selvagens em abril 2015 na área tratada foi dividida pela quantidade na área controle. A diferença entre essas duas medidas é que apontou redução de 82%.

“Os mapas dos níveis de infestação mostram que as liberações contínuas do 'Aedes aegypti do Bem' estão prevenindo a explosão populacional do mosquito selvagem que, em geral, acompanha a estação chuvosa”, afirmou Glen Slade, diretor da Oxitec no Brasil, em comunicado.

Em outros testes que realizou antes de Piracicaba, a empresa também relata ter tido bons resultados. Em Juazeiro (BA), um teste feito em um bairro na periferia da cidade em 201 obteve uma redução de 80% na população de larvas de Aedes aegypti. Na ocasião, foi medida também a população de mosquitos alados adultos, e a redução foi ainda maior: 95%.

Os resultados foram descritos num estudo que passou por revisão independente e foi publicado na revista “PLoS Neglected Tropical Diseases” em julho de 2015.

Em 2010, um teste nas ilhas Cayman, no Caribe, também obteve sucesso, com redução de 82% na população do mosquito. Um teste em Jacobina (BA) relatou redução de 79%.

 

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Segunda, 18 de Janeiro de 2016

Fiocruz anuncia kit de diagnóstico simultâneo para zika, dengue e chikungunya

Inovação vai conferir maior agilidade para a atuação da rede de laboratórios do Ministério da Saúde, com redução de custos e substituição de insumos estrangeiros por nacionais.

fonte: www.redebrasilatual.com.br

São Paulo – A Fiocruz e o Ministério da Saúde divulgaram ontem (16) um kit que permite o diagnóstico simultâneo de zika, dengue e chikungunya. Essa inovação vai conferir maior agilidade para a atuação da rede de laboratórios do ministério, com redução de custos e substituição de insumos estrangeiros por nacionais.

O anúncio foi feito durante visita do ministro da Saúde, Marcelo Castro, ao campus da Fundação Rio de Janeiro. O kit foi desenvolvido com o trabalho conjunto do Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) e de quatro unidades da Fiocruz: o Instituto Oswaldo Cruz (IOC), com o apoio do Instituto Carlos Chagas (Fiocruz Paraná), do Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães (Fiocruz Pernambuco) e do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos). O MS vai encomendar 500 mil kits à Fiocruz até o final deste ano.

Segundo o ministro Marcelo Castro, o teste que a Fiocruz desenvolveu e que será lançado no fim de fevereiro, é fundamental do ponto de vista de estratégia de saúde pública. "É importantíssimo que esta tecnologia seja brasileira. Isto traz uma vantagem extraordinária, porque hoje fazemos três testes separadamente, com produtos importados. Agora faremos os três testes de uma só vez. E, como o teste é nacional, vamos economizar divisas aos cofres públicos”.

Atualmente, o diagnóstico do vírus zika é realizado por técnicas moleculares, com uso da técnica de RT-PCR em Tempo Real, que identifica a presença do material genético do vírus na amostra. São usados reagentes importados e, para descartar a presença dos vírus dengue e chikungunya, é necessário realizar cada exame separadamente.

O kit discriminatório para dengue, zika e chikungunya permite realizar a identificação simultânea do material genético dos três vírus. Além de evitar a necessidade de três testes separados, o kit oferece uma combinação pronta de reagentes, acelerando a análise das amostras e a liberação dos resultados.

 

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Sabado, 16 de Janeiro de 2016

Postos terão teste rápido para zika em fevereiro

fonte: www.dgabc.com.br

O ministro da Saúde, Marcelo Castro, anunciou ontem que o governo federal passará a oferecer nas unidades de saúde, a partir do mês que vem, testes rápidos que poderão diagnosticar, em uma só análise e em poucos minutos, dengue, chikungunya e zika. De acordo com Castro, a ferramenta será importante para confirmar o diagnóstico, uma vez que as três doenças têm sintomas semelhantes.

"O Instituto Bio-Manguinhos, que é da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), órgão do Ministério da Saúde, desenvolveu um kit diagnóstico que vamos provavelmente distribuir agora em fevereiro. A pessoa vai tirar o sangue e, com aquela mostra, vamos dizer imediatamente se a pessoa está com dengue, chikungunya ou zika", declarou o ministro na tarde de ontem, após reunião com a direção do Instituto Butantã para tratar do desenvolvimento de uma vacina contra o zika vírus

Atualmente, o diagnóstico da doença é feito por meio do teste PCR, disponível apenas em alguns hospitais particulares e em laboratórios públicos de referência, como o Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Em média, o resultado demora de uma a duas semanas para sair. No teste rápido, o diagnóstico é dado em cerca de 20 minutos.

Castro não detalhou quantos kits serão distribuídos pelo País nem quais Estados terão prioridade. O Ministério da Saúde informou que mais detalhes serão anunciados hoje, em evento no Instituto Bio-Manguinhos. Paralelamente a isso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve concluir nos próximos dez dias a análise de registro de um kit diagnóstico específico para identificar a infecção de zika.

Atualmente, não há nenhum produto comercial feito especialmente para a identificação do vírus, que chegou ao Brasil no ano passado, já atinge 20 Estados e é relacionado como provável causa da explosão de casos de microcefalia no País. Até agora, os diagnósticos de zika têm sido realizados por meio de metodologias que têm por base a busca do genoma do vírus, como o exame PCR. Tais exames não podem ser feitos em larga escala, pois são demorados, trabalhosos e caros.

Além do teste específico para zika, outros cinco kits comerciais estão em análise na agência. Todos estão sendo avaliados em caráter prioritário. Dois dos produtos servem para diagnóstico de arboviroses (doenças transmitidas por artrópodes, como insetos) em geral, dois para dengue e outro, para chikungunya.

Como não há um exame específico para zika, não há ao certo como saber quantas pessoas já tiveram a doença no País. A estimativa é de que pelo menos 500 mil pessoas tenham se infectado pelo vírus no ano passado. Cerca de 80% dos infectados não apresentam sintomas.

Vacina

Enquanto tenta ampliar a oferta de métodos diagnósticos do zika, o ministério iniciou uma série de reuniões com institutos públicos para desenvolver uma vacina contra a doença. Ontem, o ministro visitou o Butantã e hoje deverá se reunir com representantes do Bio-Manguinhos, no Rio. Um imunizante contra a doença, no entanto, só deverá estar disponível, na previsão mais otimista, em um período de três a cinco anos, conforme informou o diretor do Instituto Butantã, Jorge Kalil.

"A gente acredita que consegue chegar aos testes em macacos em um ano. Se eu conseguir isso e tiver um produto que seja um bom candidato para testar em humanos, vou levar seis meses para fazer a fase 1, mais seis meses para a fase 2 e mais seis meses para a fase 3. Eu estou cortando tudo em prazos mínimos. Se conseguimos cortar todos os passos, acredito que, em três anos, a gente tenha alguma coisa. Com algum atraso que possa ter, estamos falando em cinco anos", disse.

O período de três anos, porém, não considera todos os prazos necessários para trâmites burocráticos, como a aprovação na Anvisa do início da pesquisa em humanos e de cada fase do estudo. "Em condições normais, o desenvolvimento de uma vacina demora, em média, de 10 a 12 anos", disse Kalil. A ideia do Butantã para tornar o desenvolvimento da vacina contra a zika mais rápido é usar o vírus atenuado da dengue, que já foi desenvolvido pelos pesquisadores da instituição, e inserir um gene do zika vírus para testar se ele confere imunidade.

Repelente

Ontem, o ministro da Saúde ainda recuou em sua promessa de distribuir repelentes para todas as gestantes brasileiras. No mês passado, ele havia anunciado a medida como certa, contando com a parceria do laboratório do Exército, que declarou não ter capacidade para produzir o produto. "O Exército e todos os laboratórios do País juntos não estão preparados para produzir essa quantidade de repelente que nós precisamos de imediato. Então essa possibilidade de distribuir para todos não vai haver, infelizmente." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Quinta, 14 de Janeiro de 2016

SP antecipa pedido de apoio do Exército contra o mosquito da dengue

Com previsão de até 250 mil casos de dengue em 2016, mais do que o dobro do registrado no ano passado, a Prefeitura de São Paulo se antecipou em três meses e pediu ajuda ao Exército no combate à dengue, previsto para iniciar ainda em janeiro. Desta vez, cem homens foram solicitados às Forças Armadas, o dobro de 2015, quando a administração municipal pediu em abril o apoio de 50 militares.

Os oficiais e soldados auxiliaram a entrada dos agentes de saúde nas residências em abril e maio. Em 2016, os militares devem atuar por três meses, segundo o Comando Militar do Sudeste (CMSE).

O Comando informou que o início previsto para a operação é segunda-feira. "Nas tratativas, foram solicitados cem militares: 70 atuarão na Coordenadoria Regional de Saúde Norte e 30, na Coordenadoria Regional de Saúde Oeste", informou o CMSE. Até o momento, conforme o Comando, não foram solicitados médicos do Exército. Em 2015, as Forças Armadas cederam dez profissionais.

Na terça-feira (12), o secretário municipal da Saúde, Alexandre Padilha, disse que a Prefeitura adiantou desde outubro as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti. Além do apoio do Exército e das tendas de atendimento, Padilha destacou o uso de drones para fazer o monitoramento de focos do mosquito e a lei que permite a entrada à força nos domicílios, sancionada pelo prefeito Fernando Haddad (PT). "Agora temos uma lei que permite entrar numa casa que se negue a ter visitas domiciliares. Vamos poder entrar e fazer ação e inspeção para exterminar os focos."

Segundo o secretário, o uso dos drones começa também em janeiro, período em que são mínimas as transmissões. Em um primeiro momento, ele sobrevoará as casas. Caso identifique o foco, o agente de saúde solicitará a entrada no domicílio. Se o morador impedir o acesso dos agentes, no entanto, a Prefeitura vai fazer uso da lei que permite entrada forçada.

Bloqueio

"Mais de 85% dos focos do mosquito estão dentro das casas das pessoas. Nas visitas que fizemos em novembro e dezembro em residências de quem já teve dengue em 2015, ficou claro que não mudaram os seus hábitos." A cada caso de dengue que surgir, a Prefeitura fará um bloqueio de 300 metros em torno do foco. (As informações são do jornal O Estado de S. Paulo)

 

Quarta-Feira, 13 de Janeiro de 2016

Moradora do Morumbi diz que capturou cem escorpiões em 3 dias

fonte: g1.globo.com

Moradores de condomínios da capital e da Grande São Paulo estão precupados com a infestação de escorpiões. No Bairro do Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, uma moradora capturou mais de cem escorpiões em três dias no seu condomínio, segundo o SPTV.

Os prédios ficam ao lado de um terreno com mato e que pertence à Prefeitura e a uma construtora. “Em três noites capturamos esses escorpiões amarelos e sabemos que são os mais perigosos”, disse a moradora Karina Torres.

A Secretaria Municipal de Saúde afirmou ao SPTV que esteve neste condomínio e orientou os moradores para que façam tratamento químico contra os animais peçonhentos. Nesta terça-feira (12), a Subprefeitura do Butantã começou a fazer uma limpeza na parte pública do terreno e vai notificar a construtora para que ela cuide da parte dela.

Em um condomínio de Carapicuíba, na Grande São Paulo, mais de quarenta moradores encontraram o animal peçonhento nos apartamentos e áreas comuns do prédio.

O sindíco cogitou a possibilidade de comprar galinhas para espalhar pelo condomínio porque elas comem escorpiões, mas moradores não gostaram da ideia e a solução foi contratar uma empresa de dedetização especializada em animais peçonhentos.

Após a dedetização, o síndico encontrou um escorpião agonizando perto da casa de máquinas. “Eu coloquei ele aqui em cima com a ajuda de um pedaço de pau. O problema é que essa dedetização especial tem custado caro ao condomínio”, disse o síndico Deycon Silva ao SPTV.

A moradora do condomínio, Ana Carla da Silva, está assustada. “Acordei com o meu filho dizendo que tinha encontrado um escorpião na sacada”, disse Ana Carla. Um morador já foi ficado, mas se recupera bem.

Eles desconfiam que os escorpiões venham de um terreno vizinho, que está desocupado, e tem muito mato e lixo. No mesmo terreno, eles já encontraram aranhas de vários tipos, inclusive a armadeira, que é muito perigosa, cobras e muitos escorpiões.” A Prefeitura de Carapicuiba foi procurada pelo SPTV e disse que vai notificar o dono do terreno para limpar a área.

A reprodução do animal peçonhento começa agora e vai até maio. Com o aumento das chuvas, eles fogem do esgoto e aparecem na casas pessoas. Os mais perigosos são os amarelos e eles costumam se esconder em sapato, tolhas e roupas de cama e podem provocar acidentes sério porque são venenosos.

 

Terça-Feira, 12 de Janeiro de 2016

Chove metade do esperado para mês de janeiro em 9 bairros da Zona Leste

fonte: g1.globo.com

Seis córregos do Itaim Paulista transbordaram e provocaram enchentes.
Homem desapareceu após ser carregado por correnteza em São Paulo.

A Zona Leste de São Paulo foi a região mais castigada pelas chuvas neste fim de semana. Segundo o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências), da Prefeitura, choveu metade do esperado para todo o mês de janeiro em apenas nove bairros da região.

Pelo menos 2.000 famílias foram atingidas pelas enchentes no último sábado (9). Os seis córregos do Itaim Paulista transbordaram.

No bairro de São Miguel Paulista, a subprefeitura está bombeando a água que permaneceu acumulada em algumas ruas. Sete casas localizadas próximo ao Córrego Progresso, na Vila Progresso, desabaram parcialmente, sem vítimas. As moradias foram interditadas e, as famílias, cadastradas pela Assistência Social.

Os transbordamentos dos Córregos Itaim e Lajeado, na Vila Itaim, também causaram prejuízos aos moradores. Dois barracos irregulares localizados na beira do Córrego Lajeado também desabaram. Ninguém ficou ferido. As famílias foram cadastradas para receberem kits sociais.

De acordo com a Secretaria da Coordenação das Subprefeituras, a construção de um polder na Vila Itaim ajudaria a conter o problema nos períodos de chuvas. A obra está prevista como contrapartida do governo estadual pelo alargamento da Marginal Tietê, após a assinatura de um convênio com a Prefeitura em fevereiro do ano passado.

A remoção de famílias da área só poderá ser feita depois que o Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), órgão estadual responsável pela obra, desapropriar os imóveis e apresentar projeto de construção do polder, o que ainda não foi feito.

A chuva forte também atingiu a Zona Sul de São Paulo. Durante a tarde de sábado, o CGE emitiu um comunicado de que a chuva estava forte, com chance de granizo, nos bairros Vila Mariana, Jabaquara, Campo Belo, Cidade Ademar e Santo Amaro. A região central também enfrentou chuva forte.

Desaparecido
O Corpo de Bombeiros vai retomar na manhã desta segunda-feira (11) as buscas por um desaparecido que foi arrastado pela enxurrada para o córrego Aricanduva, na Zona Leste de São Paulo, na noite de sábado (9). Os familiares da vítima acompanharam o trabalho do Corpo de Bombeiros neste domingo (10).

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Segunda-Feira, 11 de Janeiro de 2016

Saneamento deve atrasar 20 anos no país, diz CNI

Se o atual ritmo for mantido, os serviços de saneamento básico serão universalizados no Brasil em 2053, mais de 20 anos após prazo previsto no plano do governo federal. A projeção é de estudo da CNI (Confederação Nacional da Indústria) com base em dados oficiais. Para alcançar a meta do Plano Nacional de Saneamento Básico (concluir até 2023 a rede de água e até 2033 a coleta de esgoto), o governo teria de dobrar os gastos com o setor, diz o levantamento, que destaca a burocracia para executar obras como o principal entrave à universalização. Os investimentos em água e esgoto pararam de crescer em 2009, dois anos após o início do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).O estudo mostra que entre 1996 e 2006 o país passou de 40% a 48% de domicílios com rede de esgoto. De 2007a2013, foi a 58%. Na rede de água,o país foi de 76% para 84% de domicílios atendidos entre 1996 e 2006. Após o PAC, o avanço foi de um ponto percentual. O Ministério das Cidades informou que o plano de saneamento está nos “parâmetros adequados” e que toma medidas para acelerar investimentos. A reportagem completa está na Folha de São Paulo.

 

Domingo, 10 de Janeiro de 2016

Cientistas preveem surto de zika até abril

fonte: noticias.uol.com.br 

Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo), integrantes da força-tarefa criada em dezembro para investigar o zika vírus e sua relação com o aumento dos casos de microcefalia no país, afirmaram nesta sexta-feira, dia 8, que, embora não haja comprovação que a doença tenha se espalhado pelo Estado de São Paulo, é preciso se preparar para um cenário epidêmico entre os meses de março e abril, quando a população de mosquitos Aedes aegypti atinge seu pico.

"O que vai acontecer, eu não sei, mas estamos nos preparando para um surto massivo nesse verão", disse Paolo Zanotto, virologista do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP e coordenador da força-tarefa, que tem cerca de 300 pesquisadores e 40 laboratórios. Na sexta-feira, o grupo passou a contar com o reforço de cientistas do Instituto Pasteur de Dacar, no Senegal, que trazem a experiência da atuação em diversos surtos de doenças virais no mundo, entre elas o Ebola.

Uma das principais áreas de colaboração dos cientistas africanos é no desenvolvimento de métodos mais precisos e rápidos de diagnóstico do zika vírus. Entre as técnicas que estão sendo trabalhadas está um teste rápido de detecção, como já existe para a dengue. "Já temos um protótipo de teste rápido para o zika vírus, que também consegue detectar outros vírus similares, como dengue e febre amarela, o que torna o diagnóstico mais preciso. Pela nossa experiência em outros casos, o resultado desse teste pode sair no período de 15 a 20 minutos", explicou Amadou Sall, diretor científico do Instituto Pasteur de Dacar e coordenador do grupo de pesquisadores africanos no Brasil.

Ele explicou que os testes rápidos podem ser muito importantes para o diagnóstico da doença em regiões mais carentes do Brasil, como cidades do interior do Nordeste que estão vivendo surtos de microcefalia. "Você pode ir a campo, a uma pequena vila, por exemplo, permanecer o dia inteiro lá e submeter as pessoas ao teste, sem precisar enviar as amostras a um laboratório central. É possível fazer em qualquer lugar, mesmo onde não há eletricidade", disse ele.

Uma versão final do teste rápido, que poderá ser desenvolvido em larga escala e comercialmente, no entanto, pode demorar alguns meses para ser finalizado, segundo Sall.

Múltiplos fatores

Os cientistas também avaliam a possibilidade de mais de um fator estar associado ao aumento da microcefalia no Brasil. De acordo com Sall, o fato de duas coisas estarem acontecendo ao mesmo tempo em um mesmo lugar não significa que uma esteja causando a outra. E usou uma analogia simples: "O fato de o galo cantar quando o Sol nasce não significa que é o canto do galo que faz o Sol nascer".

Mesmo a presença do vírus no organismo de um bebê nascido com microcefalia não serve como uma prova definitiva. "As coisas podem estar relacionadas, mas não é necessariamente uma que causa a outra", explica. É possível que haja outros fatores envolvidos nos casos de microcefalia, como uma combinação do zika com outros vírus ou fatores imunológicos ou genéticos dos pacientes.

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Domingo, 10 de Janeiro de 2016

Medo do zika vírus faz paulistano mudar planos e se cercar de cuidados

fonte: www1.folha.uol.com.br

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Quinta-Feira, 7 de Janeiro de 2016

Aedes aegypti também pode causar Febre da Floresta, dizem especialistas

Dengue, chikungunya e zika. Além destas doenças, o mosquito Aedes aegypti também é transmissor da Febre da Floresta, causada por um vírus que circula na Amazônia. Os sintomas são parecidos com a dengue, e em casos raros pode causar meningite. Foi o que disseram os pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP). 

Assista o vídeo no link abaixo:

fonte: noticias.band.uol.com.br

 

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Quarta-Feira, 6 de Janeiro de 2016

Aedes aegypti: SP ressalta importância de eliminar criadouros em casa

fonte: www.saopaulo.sp.gov.br

Do Portal do Governo do Estado

Na luta contra o mosquito transmissor da dengue, chicungunya e zica vírus, a primeira batalha deve ser vencida dentro de casa

O trabalho de combate ao mosquito Aedes aegypti em São Paulo agora conta com um vídeo (assista ao vídeo abaixo) que visa conscientizar a população sobre a importância de eliminar possíveis criadourosPelo menos 80% deles estão dentro das casas, como pratos de vasos, garrafas e recipientes que acumulam água.

Assista ao vídeo

Policiais militares vão reforçar combate ao mosquito Aedes aegypti

SP aperta o cerco ao Aedes aegypti com sala de comando e reforço policial

SP entra na reta final para ter 1ª vacina brasileira contra a dengue

 

Na luta contra o mosquito transmissor da dengue, chicungunya e zica vírus, a primeira batalha deve ser vencida dentro de casa. Saiba como:

 

- Encha os pratos dos vasos de plantas com areia até a borda.

- Troque a água e lave o vaso das plantas aquáticas com escova, água e sabão pelo menos uma vez por semana.

- Coloque o lixo em sacos plásticos e mantenha a lixeira sempre fechada.

- Caixas d'água também devem permanecer fechadas e todos os objetos que acumulam água, como embalagens usadas, devem ser jogados no lixo.

- Folhas e tudo o que possa impedir a água de correr pelas calhas também precisam ser removidos

- Garrafas e recipientes que acumulam água devem ser sempre virados para baixo.

 

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Dengue chega a 1,59 milhão de casos no Brasil em 2015 em balanço parcial

fonte: g1.globo.com

Governo ainda não terminou de compilar dados da doença em ano recorde.
Aedes também espalhou vírus chikungunya por 10 estados e zika por 19.

05/01/2016 14h12 - Atualizado em 05/01/2016 15h49

O mosquito Aedes aegypti, transmissor de dengue, zika e chikungunya (Foto: Reprodução/ EPTV)

Ministério da Saúde ainda não terminou de compilar todos os casos de dengue registrados em 2015, mas até 5 de dezembro o número de vítimas do vírus havia chegado a 1,59 millhão.

No último boletim epidemiológico divulgado pelo governo sobre a doença, as regiões Sudeste e Centro-Oeste apareceram com as maiores taxas de disseminação da doença. São Paulo e Goiás tiveram até o período, respectivamente, incidências de 2.438 e de 1.640 casos por 100 mil habitantes.

Os quatro municípios recordistas na permanência da doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti são paulistas:

Onda Verde: 17.966 casos/100 mil
Rio Claro: 10.237 casos/100 mil
Sorocaba: 8.647 casos/100 mil
Campinas: 5.746 casos/100 mil

Antes de dezembro, 2015 já havia se tornado o ano com maior número de casos registrados de dengue e de mortes provocadas pela doença. Até 5 de dezembro, 839 pessoas haviam morrido em decorrência da dengue, um aumento de 80% em relação a 2014.

O ano de 2015, ainda em outubro, já havia superado o ano recorde de casos de dengue, que era de 1,45 milhão, em 2013. Em 2014, ocorreram 589 mil casos, ou seja, um aumento de 169% só até a primeira semana de dezembro.

Zika, chikungunya e febre amarela
O Ministério da Saúde ainda não conseguiu concluir os números de 2015 sobre chikungunya e sobre zika, outros dois vírus transmitidos pelo Aedes aegypti, mas confirmou a gravidade das endemias.

A chikungunya teve mais de 17 mil casos suspeitos, mas só 374 foram confirmados por diagnóstico laboratorial. Outros 6.350 foram confirmados por critério clínico e 8.926 não tiveram resultado conclusivo.

A maior parte dos municípios com casos de transmissão autóctones (não importados) está concentrada na Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco.

Como não existe teste sorológico para o zika, dados epidemiológicos são escassos, mas o Ministério da Saúde diz que ele já está presente em 18 estados do país. Houve confirmação de ao menos um caso em Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Maranhão, Tocantins, Mato Grosso, Pará, Amazonas, Amapá, Rondônia e Roraima.

A febre amarela, outra doença transmitida pelo Aedes aegypti, é considerada uma endemia sob controle, mas teve um caso suspeito em 2015, no Rio Grande do Norte. O Ministério da Saúde confirmou o caso em 29 de dezembro, mas o episódio havia ocorrido em junho e culminou com a morte da paciente. O caso continua sob investigação.

 

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