Noticias & Dicas: Febre CHIKUNGUNYA

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Seguem as últimas notícias relacionadas com saneamento, surtos de DengueZika VírusFebre Chikungunya,  H1N1 e com o mosquito Aedes aegypti.

 

Quinta, 31 de Março de 2016

Teatro ensina crianças de creche

fonte: dgabc.com.br

Aprender brincando. Esse é o principal conceito aplicado na Creche Professora Yonne Cintra de Souza, na Rua Kasato Maru, Vila Pires, em Santo André. Para conscientizar os alunos sobre os perigos do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, febre chikungunya e zika vírus, o corpo docente da unidade aposta em peça encenada com bonecos. A iniciativa faz parte do projeto Santo André & Os Agentes Contra o Aedes, ação das secretarias de Educação e Saúde em parceria com o Diário.

A ideia de que as crianças são os principais agentes multiplicadores é cultivada pela instituição. Com ensinamentos lúdicos, os professores buscam mostrar para os pequenos os perigos de deixar água parada e, consequentemente, criar focos do vetor das doenças.

A principal ideia para demonstrar tais riscos para os estudantes partiu da professora Maria Cristina Bortoli. Como uma das principais atividades da creche é contar histórias, ela decidiu unir o útil ao agradável e montou um pequeno espetáculo no qual, por conta de descuidos, uma garota contrai dengue. “Tudo começa quando a menina amanhece com dores e manchas no corpo. A mãe decide levá-la ao médico. Nesse meio-tempo, um agente de Saúde visita a residência e constata a presença de focos de dengue.”

Durante a peça, a professora interage com os alunos. Ela questiona sobre os motivos que fizeram com que a personagem principal adoecesse. Atentos e conhecedores do assunto, apesar da pouca idade, eles respondem aos questionamentos com precisão. “Pergunto o que acontece se deixarem água parada e eles sempre afirmam que vai chamar os mosquitos e que eles podem ficar doentes”, conta Bortoli.

Apesar do tom de brincadeira, os ensinamentos são absorvidos pelos pequenos. A diretora da unidade escolar, Mara Lúcia Sbrana Rozendo Passos, destaca que os alunos aplicam os conhecimentos obtidos em suas casas. “Aqui trabalhamos com a ideia de que quanto antes se aprende, melhor. Os estudantes mais falantes dizem que chamam a atenção dos pais quando veem luz acesa, torneira aberta”, garante.

Na instituição, a preocupação com a proliferação dos mosquitos é constante. O terreno em que a creche está situada é cercado por vegetação, o que atrai pragas como pernilongos. “Por conta do grande número de insetos, sempre pedimos para que os pais passem repelente nos seus filhos. Assim, elas vêm para a escola protegidas e criam a consciência sobre a importância de se prevenir contra o Aedes aegypti”, ressalta Mara Lúcia.

Escoteiros se unem no combate aos focos do inseto transmissor

Os escoteiros são crianças e adolescentes conhecidos pela prática de ações que têm como principal objetivo o exercício da cidadania. Em tempos de combate à dengue, esses grupos não poderiam ficar de fora do contingente formado por 35 mil alunos de Emeiefs de Santo André e da EJA (Educação de Jovens e Adultos) que participam do projeto Santo André & Os Agentes Contra o Aedes.

Para melhor treinar as equipes, a Prefeitura da cidade organizou, no dia 5, oficina no Parque Jaçatuba que contou com a participação de grupos de escoteiros de quatro cidades: Santo André, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra. A ideia da ação foi orientar os jovens sobre os procedimentos que devem ser adotados para que se evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti.

A parceria entre a administração municipal e os grupos de escoteiros não é novidade. No ano passado, os escotistas acompanharam os agentes de Saúde da Prefeitura durante inspeções feitas nas residências. A expectativa do voluntário Renato Mendes Mineiro, 48 anos, que atua no Grupo Escoteiro Professora Inah de Mello, é que o trabalho em conjunto continue em 2016. “Estamos prontos e aguardando a convocação da Prefeitura. Logo isso vai acontecer e poderemos ajudar ainda mais.”

De acordo com Mineiro, além das oficinas, nas sedes dos grupos são desenvolvidas atividades que visam orientar as crianças e os adolescentes sobre os perigos das doenças transmitidas pelo mosquito. “Explicamos a importância de pequenos hábitos do cotidiano e esperamos que nossos escoteiros transmitam a mensagem para seus pais e amigos. Quanto mais pessoas tiverem consciência, mais fácil será vencer essa luta.” 

 

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Domingo, 09 de Março de 2016

Pernambuco confirma primeira morte por chikungunya

De acordo com a Secretária de Saúde de Pernambuco, entre os dias 3 de janeiro e 5 de março deste ano foram notificados 9.160 casos suspeitos da doença.

fonte: veja.abril.com.br

Pernambuco confirmou a primeira morte causada por febre chikungunya no Estado. De acordo com o boletim epidemiológico da Secretária de Saúde, a vítima é uma mulher de 88 anos que estava internada em um hospital particular do Recife e o óbito ocorreu em 21 de fevereiro.

Entre os dias 3 de janeiro e 5 de março deste ano, foram notificados 9.160 casos suspeitos de chikungunya em Pernambuco, dos quais 226 foram confirmados. Em 2015, ocorreram 2.605 notificações e 450 confirmações. Os dados foram registrados em 151 dos 184 municípios pernambucanos.

Outro dado impressionante do balanço: 84 das 184 cidades do Estado estão correndo risco de surto de casos diversos de infecções virais associados ao Aedes aegypti. Inclusive, 63 delas (80%) já ligaram o alerta.

 

Desentupidora em São Paulo. Ligue já e chame a PH (11) 3313-1732eia Mais:http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,pernambuco-registra-primeira-morte-por-chikungunya,10000020319


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São Paulo tem 7 casos de microcefalia que podem ter relação com zika

Secretário da saúde afirmou que duas mães passaram por Nordeste.
Capital também tem dois casos confirmados de febre Chikungunya.

O secretário municipal da Saúde de São Paulo, Alexandre Padilha, afirmou na noite desta sexta-feira (5), ao chegar ao Anhembi, que a capital registrou sete casos de microcefalia, sendo que todos podem ter relação com o vírus da zika. São Paulo também registrou os dois primeiros casos autóctones (morador contraiu a doença na cidade) confirmados de febre Chikungunya.

No caso da zika, não há registro de casos autóctones neste ano, mas sete crianças nasceram entre janeiro de 2015 e janeiro deste ano com microcefalia que pode ter relação com o vírus. "Os indícios são: mãe com histórico de passagem por regiões com casos suspeitos de zika, em especial no Nordeste, febre e manchas vermelhas pelo corpo durante a gestação. As crianças estão sendo monitoradas, e os casos, investigados. A cidade manteve no ano passado a média anual de 18 nascimentos com microcefalia".

De acordo com Padilha, duas mães com o vírus da zika passaram pelo Nordeste.

A Prefeitura de São Paulo também iniciou nesta sexta-feira (5) um protocolo para acompanhamento de casos de bebê com microcefalia. "São Paulo não tem nenhum caso de zika autóctone. Nós tivemos sete microcefalias que a história de exposição da gestante foi do Nordeste. Essas crianças passam desde o nascimento a serem acompanhadas semanalmente na unidade básica de saúde e no centro de reabilitação. São feitas visitas quinzenais às casas dessas crianças", disse Padilha no camarote da Prefeitura de São Paulo no Anhembi.

Segundo o secretário, um casal de idosos, de 84 e 71 anos, teve febre Chikungunya no Sacomã, Zona Sul da cpaital paulista. No ano passado, o município registrou apenas casos importados: 62 durante todo o ano de 2015.

De 03 a 20 de janeiro, a capital paulista registrou 528 casos autóctones de dengue contra 376 nas três primeiras semanas de 2015.

Diante desses dados ainda preliminares, a administração estima que, nesse ritmo, a cidade pode enfrentar novamente uma situação crítica em 2016, com até 150 mil casos de dengue.

 

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Sexta, 29 de Janeiro de 2016

Primeiro caso de chikungunya é confirmado em Jaú

Doença é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.
Paciente é de Sergipe e chegou na cidade com o vírus.

fonte: g1.globo.com

A Secretaria de Saúde de Jaú (SP) confirmou nesta quinta-feira (28) o primeiro caso de chikungunya na cidade. O paciente é um homem que contraiu a doença em Sergipe, onde mora, e veio para o município onde faz tratamento no hospital Amaral Carvalho.

Segundo assessoria de imprensa do hospital, o paciente faz acompanhamento do transplante de medula óssea realizado e ficou isolado enquanto fez o tratamento.

A assessoria de imprensa da prefeitura de Jaú informou que os agentes de endemias fizeram um trabalho de combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue, a zika vírus e a febre chikungunya, na região do hospital.

 

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FEBRE CHIKUNGUNYA – Sintomas, transmissão e tratamento

Autor: Dr. Pedro Pinheiro » 9 de novembro de 2015

fonte: http://www.mdsaude.com/2014/11/febre-chikungunya.html

A febre chikungunya, chamada em português de febre chicungunha*,  é uma doença provocada por um vírus, que apresenta sintomas semelhantes aos da dengue, tais como febre alta, dores pelo corpo, dor de cabeça, cansaço e manchas avermelhadas pelo corpo. Felizmente, a febre chicungunha não provoca complicações hemorrágicas, sendo, portanto, uma infecção menos fatal que a dengue.

* em Angola, a febre chikungunya é popularmente chamada de catolotolo.

A febre chicungunha pode ser transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, os mesmos que transmitem o vírus da dengue e da febre amarela, motivo pelo qual essa virose conseguiu recentemente chegar ao Brasil.

Neste artigo vamos fazer uma revisão sobre a febre chikungunya, incluindo sintomas, formas de transmissão, diagnóstico e tratamento. Vamos explicar também como o vírus Chikungunya chegou ao Brasil.

Se você procura informações sobre a outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, acesse os seguintes artigos:

Transmissão da febre chikungunya

A febre chicungunha é uma infecção transmitida pelo vírus Chikungunya (CHIKV), que é um arbovírus, ou seja, um vírus transmitido por artrópodes. No caso específico da febre chicungunha, o artrópode que transmite o vírus são os mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus.

Portanto, a febre chicungunha, assim como tantas outras, é uma doença transmitida pela picada de determinados mosquitos. Exceto situações específicas que serão explicadas mais abaixo, não há transmissão do CHIKV diretamente de uma pessoa para outra. Você pode conviver, abraçar, apertar as mãos e até beijar uma pessoa contaminada que não há risco de contágio.

Assim como o ocorre na dengue, o Aedes aegypti e o Aedes albopictus não conseguem transmitir o vírus Chikungunya imediatamente após a sua contaminação. Quando o mosquito pica alguém infectado pela febre chicungunha, o sangue contaminado entra pelo seu sistema digestivo e é absorvido. A partir daí, o vírus passa a se replicar dentro do organismo do inseto, só indo aparecer nas glândulas salivares após alguns dias. Esse intervalo de tempo necessário para o mosquito contaminado tornar-se um mosquito contaminante é chamado de período de incubação extrínseco.

O período de incubação extrínseco do vírus Chikungunya é de cerca de 10 dias. Todavia, este período pode variar. Em geral, quanto mais quente for a temperatura do ambiente, mais curto é o período de incubação extrínseco. Em locais onde a temperatura ambiente é baixa, o mosquito pode morrer antes que o período de incubação extrínseco esteja completo, o que justifica a maior incidência da doença em áreas tropicais.

A transmissão através da picada de mosquito é responsável por praticamente todos os casos de febre chicungunha. Porém, há outras formas possíveis de se contaminar com o CHIKV. Uma delas é a chamada transmissão vertical, que ocorre da mãe para o bebê durante o parto. Até onde sabemos, o vírus Chikungunya não causa má-formações no feto, pois, aparentemente, a transmissão não ocorre dentro útero, mas sim no momento do parto, seja ele natural ou por cesariana.

Os recém-nascidos contaminados costumam desenvolver a doença entre 3 a 7 dias, e o quadro clínico costuma ser bem mais grave que nos adultos. Não há evidências de que o CHIKV possa ser transmitido pelo aleitamento materno.

Outra forma possível de contaminação é através do contato com sangue de pacientes infectados. Acidentes com agulhas contaminadas ou transfusão de sangue são vias potenciais. O transplante de órgãos também é forma possível de transmissão do vírus.

Febre chikungunya no Brasil

O vírus Chikungunya foi reconhecido pela primeira vez na década de 1950 após um surto da doença na Tanzânia, na África oriental. Desde então, a doença foi reconhecida em vários países da África e do sudeste asiático, ficando restrita a estas regiões por décadas.

Porém, em 2006 estudos identificaram uma mutação no CHIKV, que tornou mais fácil a sua transmissão através do Aedes albopictus. Desta forma, vários países do mundo, incluindo os EUA e o sul da Europa, passaram a ter 2 espécies de Aedes com grande capacidade de transmissão do vírus Chikungunya. Como tanto o Aedes aegypti quanto o Aedes albopictus encontram-se presente por praticamente todo o continente americano, sabia-se que era uma questão de tempo para que a doença chegasse e se espalhasse por essas bandas.

Casos importados da doença já haviam sido registrados em vários países do continente americano nos últimos 10 anos, mas em 2013 surgiram, no Caribe, os primeiros casos de transmissão local do vírus Chikungunya dentro das Américas. Desde então, a doença tem se espalhado rapidamente, atingindo pelo menos 41 países no continente em apenas 1 ano.

No Brasil, os primeiros casos de transmissão do vírus Chikungunya foram identificados em Setembro de 2014. Até então, todos os casos conhecidos eram importados, adquiridos por brasileiros que haviam viajado para áreas endêmicas. Como era esperado, a combinação entre a elevada prevalência dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus no território brasileiro e a ausência de anticorpos contra o novo vírus entre a população fez com que rapidamente surgissem surtos da febre chicungunha em diferentes regiões do país. Em pouco mais de 1 mês, mais de 1000 casos foram notificados em todo o Brasil.

Sintomas da febre chikungunya

O termo chikungunya vem de um dialeto da Tanzânia e significa algo como “aquele que se dobra”. O termo surgiu pelo fato dos pacientes acometidos pela doença terem intensas dores articulares, que fazem com que o mesmo fique com o tronco sempre arqueado.

O período de incubação da febre chicungunha no ser humano pode ser de até 2 semanas, mas, na maioria dos casos, a doença surge entre 3 a 7 dias após o indivíduo ter sido picado pelo mosquito. Cerca de 80% dos pacientes contaminados irão desenvolver sintomas.

A chamada fase aguda da febre chicungunha começa com uma febre alta de início súbito, geralmente ao redor do 40ºC, associada à mal-estar e intensa poliartralgia (dor em várias articulações). As dores articulares costumam surgir nas primeiras 48 horas e acometem cerca de 90% dos pacientes com febre chicungunha. As dores surgem no corpo inteiro, mas os locais mais afetados costumam ser as mãos, punhos, pés e tornozelos. Intensa dor lombar também é comum. O paciente pode ter dor em mais de 10 grupos articulares ao mesmo tempo, o que o deixa bastante incapacitado.

Nos primeiros 2 ou 3 dias de doença, até 75% dos pacientes apresentam um rash maculopapular na pele, que são pequenos pontos avermelhados e agrupados, que podem ou não ter algum relevo. O rash surge com predomínio no tronco, mãos e pés. Cerca de 1/4 dos pacientes queixam-se de prurido nas lesões.

Dor de cabeça, dor muscular, cansaço, diarreia, vômitos, conjuntivite, dor de garganta e dor abdominal também são sintomas comuns na fase inicial da doença.

A fase aguda dura de 3 a 7 dias, período no qual os sintomas começam a desaparecer. Em cerca de 80% dos casos, porém, o paciente entra em uma fase chamada subaguda, que se caracteriza pela continuidade ou mesmo exacerbação das dores articulares. Apesar de não ter mais febre, o paciente pode permanecer semanas com poliartralgia. Se as dores articulares durarem mais de 3 meses, dizemos que o paciente entrou na fase crônica da doença, que pode durar por até 3 anos.

Complicações da febre chikungunya

Como não possui uma fase hemorrágica, a febre chicungunha costuma ser uma virose mais benigna que a dengue. O seu problema não costuma ser o risco de morte, mas sim o risco de incapacitação pelas intensas e prolongadas dores articulares.

Porém, quando adquirida por bebês, pacientes com mais de 65 anos ou por pessoas já previamente com múltiplas doenças, principalmente de origem cardíaca, pulmonar ou neurológica, a febre chicungunha costuma ter uma evolução mais agressiva, podendo, inclusive, levar esses pacientes ao óbito. A taxa de mortalidade da febre chicungunha é 50 vezes maior nos idosos quando comparados a adultos com menos de 45 anos.

Entre as complicações possíveis do CHIKV nesta população mais debilitada podemos citar: meningoencefalite, síndrome de Guillain-Barré, hepatite aguda, insuficiência renal aguda, surdez, lesão ocular, miocardite, pericardite e insuficiência respiratória.

Diferenças entre a dengue e a febre chikungunya

A dengue e a febre chicungunha partilham de várias semelhanças. Em alguns casos, pode ser bastante difícil fazer o diagnostico diferencial somente através dos sinais e sintomas. Todavia, uma avaliação clínica mais cuidadosa pode nos ajudar.

A principal diferença é o acometimento das articulações. A dengue até pode causar dor articular, mas ela não costuma ser tão importante quanto a dor muscular ou a dor nos olhos. Na febre chicungunha, a poliartralgia é um dos sintomas mais exuberantes e é tipicamente dor das articulações das extremidades (mãos e pés). Outra diferença é o rash cutâneo. Na febre chicungunha as manchas vermelhas surgem nas primeiras 48 horas, enquanto que na dengue o rash só surge a partir do 3º ou 4º dia.

Na dengue, a queda das plaquetas costuma ser mais grave e eventos hemorrágicos, como machas roxas na pele, sangramento nasal ou de gengiva são bem mais comuns. A evolução para um forma hemorrágica é quase exclusiva da dengue.

Após o fim da fase aguda, o paciente com dengue costuma sentir-se cansado por vários dias, enquanto que o paciente com febre chicungunha queixa-se de dor articular.

Diagnóstico da febre chikungunya

Assim como na dengue, a febre chicungunha pode ser diagnosticada pela sorologia, que é um exame de sangue que consiste na pesquisa de anticorpos contra o CHIKV. Os anticorpos do tipo IgM já podem ser identificados no sangue do paciente a partir do 5º ao 7º dia de sintomas.

Uma forma mais rápida de diagnosticar a doença é através de uma exame chamado RT-PCR, que pesquisa a presença do material genético do vírus Chikungunya no sangue. Esse exame é mais caro, mas costuma ser capaz de diagnosticar a febre chicungunha já nos primeiros dias de doença.

Nas análises de sangue comum, é habitual encontrarmos linfopenia (valores baixos de linfócitos), trombocitopenia (valores baixos de plaquetas) e alterações nas enzimas hepáticas (TGO e TGP).

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QUE SIGNIFICAM TGO E TGP?

Tratamento da febre chikungunya

Tal como na dengue, não existe tratamento específico contra a febre chicungunha. Não há um medicamento que aja diretamente contra o vírus de modo a eliminá-lo do organismo mais rapidamente. A imensa maioria dos pacientes irá se curar de forma espontânea após cerca de 7 a 10 dias. O tratamento que se propõe, portanto, é apenas sintomático e de suporte.

Para evitar a desidratação, que é muito comum, indica-se o consumo de 1,5 a 2,0 litros de água por dia. Para o controle da febre e das dores articulares, as drogas mais indicadas são o paracetamol e a dipirona. O uso de anti-inflamatórios ou aspirina deve ser evitados na fase aguda, pois se o paciente, na verdade, tiver dengue em vez de febre chicungunha, esses medicamentos aumentam o risco de eventos hemorrágicos.

 

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